… mas às vezes também acho que não sou terráqueo. De onde será que eu sou?? Marte? Alfa-centaury? Ou quem sabe… do Planeta Atlântida!!
É!!!! Vem aí a edição 2010 do Planeta Atlântida! No RS, que será em 5 e 6 de fevereiro, e em SC, que, por sinal, termina hoje.
Como já estou numa fase meio balzaca (já bati a barreira dos 30), não tenho muito a intenção de ir (mas… quem sabe). O fato, porém, é que fui em MUITOS, com muitas histórias pra contar….
A última acho que foi ali por 2004, mas até então, se não tinha ido em todos, tinha ido na maioria. Isso, aliás, contando com as edições catarinenses.
Impossível lembrar de todas as histórias. Impossível, também, escrever sobre todas ou organizá-las de forma cronológica. Por isso vou contar algumas resumidamente… vamos lá!
199? – Não sei se foi 1996 ou 1997. Gabriel o Pensador, show de manhã. Não sei se era desorganizado, se os shows duravam mais ou se eram mais shows. Mas quando o Gabriel entrou no palco já era dia.. show SHOW… sou muito fã do cara, desde antes!
1998 - Show do Tim Maia. Esse ano eu fui nos dois “Planetas”, e em ambos teve show do Tim. O detalhe é que o de SC acabou sendo o último show da carreira do “síndico”. Ele sairia no meio do show seguinte, em Niterói, passando mal, para não voltar mais.
1998 – Neste mesmo Planeta SC, eu fui com minha grande amiga Ana Paula. Terminados os shows, voltei de ônibus para o centro de Floripa, e daí para Balneário Camboriu, no velho “catarinão”. Quando cheguei em casa, uma nova moradora: a Dolly.. a incrivelmente silenciosa poodle que está com a gente até hoje!
1999 – Eu e a galera no Planeta RS. Entre nós, uma médica recém-formada, amiga de alguém e metida a besta. Nós sentados no gramado até que, lá pelas tantas, o bungee-jump arrebenta, e o cara que estava pulando desaba e cai no colchão de ar.
Um dos caras sai correndo pra ver o que houve. Logo depois ele volta, desanimado: ”Não aconteceu nada.. ele tá no Pronto Atendimento tirando uns xerox”.. A galera não entendeu o que ele queria dizer, até que a “médica” se emputeceu e disse: “Radiografia, seu animal!!”.. A gargalhada foi geral… hahahaha..
2001 – Planeta RS. Nesse eu fui com um amigo de faculdade. Quer dizer: eu fui, mas ele não. Passou mal na estrada e acabou “vetado pelo departamento médico”. Eu bebi horrores e, no fim, fui pra casa de praia dele como previsto. No meio da noite acordei.. sabe? Meio bêbado.. olhei em volta e não reconheci o lugar.
De repente eu começo a ouvir vozes falando espanhol. Por um milésimo de segundo, eu fiquei a-pa-vo-ra-do. ”Mas onde diabos eu estou???” Aí lembrei: na casa do tal amigo, que ainda não tinha chegado. Ocorre que a mãe dele é uruguaia, e estava conversando com a avó dele, na língua pátria.. delas… ufa!!
1999 (?) – Planeta SC. Fui com a minha irmã, na mesma indiada de 1998. Pior: por que ela quis, para ver 2 bandas que eu não tinha grande interesse: Rappa e Raimundos. Tava obviamente P.. da cara. Lá pelas tantas.. ok, vou me divertir então. Foi então que minha irmã pediu pra eu pagar um piercing pra ela. Ainda que achasse… “desnecessário”, paguei. A cara da minha mãe na volta valeu a viagem, hahahaa..
Planeta Atlântida é isso aí. É festa, é galera, é chuva, é indiada, mas, principalmente, é música!!
Brincadeiras à parte, eu nem sei se a Cassia Eller tocou em alguma edição, mas isso deve ser “o que os astrônomos diriam se tratar…de um outro Planeta!“


Pois vamos começar, do começo. Em 1993 a banda mineira lançava o primeiro disco: “Rotomusic de liquidificapum”
Pois eis que eu encontrei, na Feira do Livro de Porto Alegre 2009, o livro que, de certa forma é a continuação daquele. O título, e a mensagem é: ”Um otimista incorrigível” (“Always Looking up: the adventures of an incurable optimist”, no original, em inglês).



Não estou dizendo que agora tudo vai dar certo, o Brasil vai entrar no Primeiro Mundo e não-sei-o-que. Estou dizendo que dez anos atrás, por exemplo, o Brasil sediar uma olimpíada era motivo de piada. Hoje é realidade.
Foi assim com o vôlei nos anos 80, mas não foi assim com o tênis na era Guga Kuerten. Aí nós já temos um bom e um mau exemplo. Temos 7 anos até 2016, e eu prefiro acreditar.
E não falo do presidente e do multi-campeão de futebol. Falo de dois brasileiros que já estiveram aqui onde nós estamos, de birra com os governantes que não levavam o Brasil a lugar nenhum.
Ao chegar nos Estados Unidos, resolveu se informar. E, desta dúvida aparentemente trivial, nasceu “Breve história de quase tudo” (A short story of nearly everything, Companhia das Letras, 2005). Em dois anos de intensa pesquisa, Bryson decidiu explicar o óbvio, para leigos.
