Archive for the ‘Cinema/TV’ Category

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A teoria de tudo sobre Stephen Hawking

28/01/2015

theoryHá uns 2 ou 3 anos, quando saiu a notícia de que um filme sobre Stephen Hawking estava em produção, minha primeira reação foi de entusiasmo: “Que legal! Um filme do Hawking!”. Depois, pensando.. um filme? Certamente ele não seria só sobre suas teorias científicas, pois dificilmente seria um filme comercial, mas então.. como???

Há alguns meses, quando começaram a pipocar imagens e vídeos sobre o filme, comecei a temer. Um romance com Stephen Hawking? Vão transformar um dos maiores cientistas da história em um… o quê?

Felizmente, logo no começo do filme, quando Stephen, então com seus 20 e poucos anos, conhece Jane, ao invés de se apresentar pelo nome, ele diz simplesmente: “Ciência”, e ela “Arte”. E é isso que ilustra o tom certeiro do filme, a bela história de um casal sim, mas sem nunca esquecer de quem se está falando.

Inclusive, quando ela pergunta sobre o que ele pretende estudar, ele responde que quer encontrar a teoria de tudo, como o universo começou, se vai terminar, e quando cada um destes eventos aconteceu(rá). Vai dizer, baita papo para um primeiro encontro, né?

Eu sabia bem pouco da vida do Hawking. Pouco depois de conhecer Jane, quando os dois ainda estudam em Cambridge, ele é diagnosticado com ELA (esclerose lateral amiotrófica), uma doença degenerativa do sistema muscular, que o levaria à morte em dois anos.

Stephen e Hawking se casam e, se não são felizes sempre, são muito felizes, e é aí que o filme se torna grandioso. Eddie Redmayne está sensacional na pele do cientista. Desde a primeira cena, quando ele disputa uma corrida de bicicleta pelas ruas da cidade com o colega de quarto da faculdade, passando pelo drama e evolução da doença até chegar às condições atuais. Para mim, o Oscar 2015 tem dono.

Felicity Jones, por outro lado, também está incrível como a aparentemente sensível Jane Hawking. No início ela parece bem “princesinha”, até por estudar artes, mas quando ela descobre sobre a doença a personagem se revela muito mais forte que muita gente. Mesmo. Na minha opinião, Felicity é uma atriz incrível e, para mim, Jane Hawking é uma mulher simplesmente admirável.

Vale ressaltar que durante a gravação da cena do baile, logo no início do filme, os verdadeiros Stephen e Jane Hawking estavam presentes.

O filme, aliás, também dá a atenção devida à parte científica da vida de Stephen Hawking, mostrando como e quando ele teve o insight para a sua primeira ideia revolucionária, que desencadeou uma carreira que nem mesmo a perda total dos movimentos e da fala impediu de se tornar imensurável.

A Teoria de Tudo, baseado na autobiografia intitulada “Travelling to Infinity: My Life with Stephen”, de Jane Hawking, é dirigido por James Marsh, vencedor do Oscar (O Equilibrista / Man on Wire), acaba sendo uma obra bastante ampla sobre Stephen Hawking, que engloba sua vida pessoal e profissional, suas dificuldades, vitórias e derrotas. Por ser uma obra cinematográfica, talvez não seja 100% fiel aos fatos, ou comprovadamente correto, mas acaba sendo, afinal, uma bela teoria de tudo.

 

Texto originalmente publicado em www.zodcast.com.br

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Chegou o primeiro episódio de Game of Thrones!

14/01/2015

Finalmente joguei, ainda em primeira mão, o Episódio 1 da saga Game of Thrones da Telltale Games!

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O jogo é simplesmente incrível. Os gráficos surpreendem, tanto pelos detalhes, quanto pela qualidade e fidelidade aos sete reinos!

A aventura começa durante o Casamento Vermelho, quando você é Gared Tuttle, um escudeiro do Lorde Gregor Forrester, e está do lado de fora das Gêmeas, enquanto lá dentro acontece um dos melhores momentos de toda fantasia criada por G.R.R Martin até agora. A família Forrester é vassala dos Stark e, por isso, o que acontece durante o evento tem forte impacto na sua vida.

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No primeiro episódio você ainda joga com outros personagens, tomando decisões que afetarão não só a Casa Forrester como até mesmo os Sete Reinos e o jogo dos tronos.

Como bom fã da série de George Martin que sou, já joguei o episódio duas vezes, tomando decisões diferentes para ver o que acontece. Pois se a ordem dos fatos não se altera tanto, suas decisões impactam, e muito, na opinião e na confiança que os outros personagens tem em você, e isso pode ser crucial num futuro próximo.

Quando o jogo foi anunciado pela Telltale, uma das grandes curiosidades dos fãs de Guerra dos Tronos era: jogaremos com personagens do seriado? Ok, isto é pouco provável pois mexeria nos livros e no próprio seriado.. mas os encontraremos? Eles pelo menos aparecerão?

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Sim! Como você pode ver nas imagens acima, eles aparecem já no primeiro episódio! Estão lá a Rainha Cersei e toda a sua classe vingativa, Tyrion e toda a sua audácia de anão, além de Margaery Tyrrel e sua luta pelo poder em Westeros. Como sobreviver neste meio?

O jogo “Game of Thrones” é recomendadíssimo! Mal posso esperar pelo segundo episódio para saber o que nos espera em Porto Real!

Texto originalmente publicado em www.zodcast.com.br

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Tinha que ser o Chaves, mesmo!

29/11/2014

Ontem, quando uma amiga veio me contar pelo Facebook, eu não acreditei.

“- Morreu o Chaves!

– De novo?” –  eu perguntei, como quem passa reto pela “novidade”.

vilavaziaMas dessa vez era sério. Mesmo mais de duas décadas depois de parar de gravar as suas milhares de aventuras, o Chaves morreu ontem. Com o tempo, e conforme a notíciaia se confirmando e as pessoas iam postando, crescia um vazio em mim. É estranho, mas parece que perdi um amigo…

Inesquecíveis as manhãs dos anos 1980 quando assistir o programa era uma obrigação. Há trinta anos eu faço questão de rir das mesmas piadas, ver o seu Barriga entrar na vila, o o professor Girafales chegar com flores só para toda a cena se repetir… de novo e de novo.

recepçãoChaves é um personagem que conquistou o mundo pela simplicidade. Um menino simples, quase ingênuo, com muita fé nas pessoas e um coração enorme. Bolaños pode não ter sido santo, mas sem dúvida fez e faz um bem enorme a uma quantidade incalculável de pessoas.

E Bolaños não se restringia ao Chaves. Em sua longa carreira, Chespirito também criou tipos como o Chapolin (até anterior ao menino da Vila) e o doutor Chapatin, entre outros. Ele foi o criador do Chaves, mas também de todo aquele universo da vila. Chiquinha, Kiko, seu Madruga, Dona Florinda, Dona Clotilde, Seu Barriga, Nhonho.. quanta saudade…

Roberto Gómez Bolaños era chamado Chespirito (o pequeno Shakespeare) por sua genialidade, pela universalidade que seus trabalhos alcançavam sem forçar, apenas fazendo o básico muito, mas muito bem feito.

funeralDCRever Chaves é, e vai continuar sendo, lembrar da infância, de uma época em que, mais do que a situação sócio-econômica, a empatia com o programa estava no brincar, no rir da cara dos amigos, do ir pra escola e da pureza.

Eu não perco uma oportunidade de reencontrá-lo, mesmo que indiretamente. Há cerca de um ano tive a felicidade de ver os shows do Seu Barriga (Edgar Vivar) e Kiko (Carlos Villagrán) em Porto Alegre, e foi uma nostalgia incrível, ambos muito emocionantes. Tenho seis DVDs e algumas camisetas também.. e volta e meia cito por aí algumas frases clássicas…

E também no ano passado tive um longo papo com o mestre Bolaños, ao ler a sua auto-biografia “Sem Querer Querendo”. Foi ótimo conhecê-lo, Chespi, mas foi ainda melhor reencontrar a minha infância refletida na tua vida…

Como EdVivar teria dito ontem, “Chavinho, de todas as pancadas que você me deu nessa vida, essa foi a que doeu mais”.

noceuRoberto Gómez Bolaños. 1929 – 2014.

Texto originalmente publicado em www.zodcast.com.br

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We have to come back!!

23/09/2014

Ontem, 22 de setembro, completaram 10 anos que Lost, uma das séries de maior sucesso na televisão mundial, fez sua estreia no canal ABC, nos Estados Unidos.

Pensada como uma mistura de “Náufrago” (o filme com Tom Hanks) e Survivor (o reality show que, no Brasil, foi produzido com o nome “No Limite”), a série contava a luta pela vida em uma ilha desconhecida dos sobreviventes do voo 815 da Oceanic, que ia de Sydney, na Austrália, para Los Angeles, na Califórnia (EUA).

Eu me lembro quando a primeira temporada começou na Globo, no verão de 2006. Eu pensava “mas que coisa idiota.. eles estão perdidos numa ilha, tentando sair. No dia que saírem acabou a série, então não vão sair”.

Em algum ponto de 2006, provavelmente, eu decidi me render ao frisson para pelo menos experimentar.. só a primeira temporada, talvez o episódio piloto…

CA-CE-TE!

O primeiro episódio, na minha opinião, é um dos melhores, se não o melhor primeiro episódio da história. A confusão começa alucinada, com os sobreviventes da queda do voo Oceanic 815 tentando entender o que aconteceu, ainda entre os destroços pegando fogo e se desintegrando. A gente basicamente entra na confusão mental dos personagens. E assim foi… não consegui mais parar.

Como era final de 2006, nos Estados Unidos já estava na terceira temporada. Eu acabei só “empatando” com o que estava passando lá fora no final da quarta temporada… E aí começou o martírio, por que não tinha mais choro. Era um episódio por semana, 20 por ano.

Para mim, fã de viagens no tempo, e graças à várias ótimas sacadas dos roteiristas, tanto em relação à própria história da série quanto à cultura pop dos anos 1970, a melhor temporada é a quinta.

Contudo, entretanto, todavia… a sexta temporada é o que gera mais discussões. Todo mundo esperava aquele final bombástico, e muita gente ficou decepcionada. Com os “flash-sideways” (para não entregar muito, vou deixar só a expressão), eles estavam mortos desde o começo? Era um sonho? Nada daquilo aconteceu? Eu perdi seis anos da minha vida para isto?

Minha opinião: Tudo o que aconteceu na Ilha, por mais sobrenatural ou mal contado (sim, a série acaba com várias histórias  – incluindo algumas importantes como os números – mal costuradas), aconteceu de verdade. O ponto é que a história, no fim das contas, não começa no primeiro episódio, mas no 6×15 (Across the Sea). Os protagonistas da série, na verdade, são coadjuvantes na história da Ilha. Nesta perspectiva tudo acaba fazendo mais sentido.. a queda do avião, os outros, os verdadeiros outros, a Iniciativa Dharma, Faraday, Desmond e Widmores da vida…

E os “flash-sideways”? Eu assisti a série duas vezes, mas continuo achando que é uma coisa mais filosófica, no sentido de que, de uma forma ou de outra, os destinos daquelas pessoas se cruzariam. Meio dispensável, talvez, ou pelo menos poderia ser abordado de outra forma, mas enfim…

Haveria muito mais para ser falado. Personagens inesquecíveis como Charlie, Hurley, Jack, Sawyer.. mortes inesquecíveis, plot twists inesquecíveis.. enfim…

O fato é que “Lost” deixou saudades. Um dia eu vou assistir pela terceira vez, mas o que eu gostaria mesmo é de ver outra série como esta pela primeira vez..

We have to come back!

Texto originalmente publicado em www.zodcast.com.br

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“Os Goonies” para relembrar a infância..

26/08/2014

Pois é.. eu e a minha namorada temos a mania de volta e meia pegar algum filme ou série pra assistir. Como não somos mais da “geração” locadora, volta e meia escolhemos uma preciosidade. Pois, no último final de semana.. que preciosidade.

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Confesso que não lembrava de muita coisa sobre os Goonies. Lembrava do Sloth, do navio pirata, da criançada pra lá e pra cá… e que tinha um final feliz.

Naquela época, áureos anos 1980, o que me importava era a aventura. Por isso até eu não lembrava nem dos irmãos Fratelli (com a inesquecível “mamãe” que depois outros filhos quiseram jogar do trem). É engraçado como um filme marca uma geração, né? E este é um filme bobo, sem deixar de ser empolgante.

slothLá pelo meio do filme eu pensei “deve ter sido nisso que o Spielberg se baseou para criar o Indiana Jones”. Bééé… errado. Os Goonies são de 1985, enquanto “Os Caçadores da Arca Perdida” são de 1981. Vai ver é o contrário, produzindo o primeiro filme do arqueólogo ele pensou numa versão infantil..

Apesar de ser uma produção nitidamente oitentista, sem dúvida é um filme que vale a pena ver e rever sempre. O dia em que Mickey, Brand, Bocão (Mouth), Dado (Data) e Gordo (Chunk) partiram em busca do tesouro de Willy Caolho mudou a vida deles e a nossa imaginação para sempre.

Texto publicado originalmente em www.zodcast.com.br

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Melhor não chamar ninguém de macaco…

28/03/2014

Vai por mim, este é um bom conselho. Primeiro por que nada justifica qualquer tipo de racismo. Depois por que, se os fatos da franquia “Planeta dos Macacos” se concretizarem, você pode acabar se dando muito mal…

No dia 24 de julho estreia, no Brasil (lá fora vai ser dia 11) o oitavo filme da série (apesar de não ser sequencial) “Planeta dos Macacos”. “Planeta dos Macacos – O Confronto” (Dawn of the Planet of the Apes, em tradução do Joel Santana), é o segundo da trilogia que busca explicar como os macacos dominaram o Planeta.

apesDa minha geração, eu fui um dos que teve a felicidade de assistir (nos anos 1990) ao clássico “Planeta dos Macacos” de 1968 (ao lado) sem saber como acabava. Pra mim, aquela inesquecível última cena é realmente um dos maiores finais de filme da história do cinema. Mais tarde assisti as sequências “De volta ao Planeta dos Macacos” (1970), Fuga do Planeta dos Macacos (1971), A Conquista do Planeta dos Macacos (1972), Batalha pelo Planeta dos Macacos (1973).

É claro que não são páreo para o original, mas alguns deles certamente são páreo para o remake arrasa-franquias de Tim Burton (2001), que eu particularmente achei um “desserviço”.. muuuuito inferior ao original.

36ec2-planeta-dos-macaco_capaAinda assim, meu lado nerd sobreviveu, e em 2011 eu li o livro que originou a franquia, escrito pelo francês Pierre Boulle (1963). É um ótimo livro, muito bem escrito, e quase tão bom quanto o filme original (pelo menos pra quem viu antes de ler). O que chama a atenção é que, nas partes em que a obra cinematográfica hollywoodiana faz menção aos Estados Unidos, o livro fala da França… c´est la vie..

Eis que no mesmo ano a série voltou à tona com “Planeta dos Macacos – A Origem” (Rise of the planet of the Apes, em outra tradução joel-santanesca). Pra mim, um ótimo filme, que mostra o início da mudança que os levará ao Planeta dos Macacos. Vale ainda ressaltar as referências ao original. Entre as quais, a partida da viagem do astronauta Taylor (Charlton Heston) e diálogos inteiros como “Tire suas patas imundas de mim, seu macaco sujo e maldito“.

Pois “O Confronto”, que estreia em julho, não é remake nem continuação. Bem, não do original de 1968, nem de suas sequencias, nem da infelicidade do Tim Burton. É sequencia do “Planeta dos Macacos – A Origem” (Rise of the Planet of the Apes), de 2011. Esta nova trilogia (que será encerrada em 2016, com um filme ainda sem título) deve terminar onde o filme de 1968 começou.

“A Origem” é um filme muito bom, que acaba num ponto crucial da “virada”. Para mim, este definirá se teremos uma trilogia histórica ou mais um caça-níquel fanfarrão. Os fatos que precisam acontecer agora são fundamentais para um “grand finale”. Então, te liga Andy Serkis! (em outras palavras: Força macacada!).

Texto originalmente publicado no www.zodcast.com.br

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Capa e arco e flecha

16/10/2012

Impressão Digital 2Assisti neste final de semana o episódio-piloto da nova série Arrow, que conta a história do arqueiro verde, super-herói da DC. É um semi-spin-off de Smallville, visto que o personagem é um dos amigos de Clark Kent na série sobre a origem do homem de aço, que terminou no ano passado.

A diferença, além do ator que interpreta Oliver Queen/Arqueiro Verde (Justin Hartley em Smallville, Stephen Amell em Arrow), é a temática, mais adulta. No seriado anterior, ele era um playboy milionário que usava de suas fartas condições financeiras para combater o crime. No novo, ele é um ex-playboy que, depois de passar cinco anos numa ilha deserta, volta para consertar os erros do seu pai, que morreu no acidente que deixou o protagonista isolado do mundo por cinco anos.

Como eu disse, a série tem um tom bem mais adulto que a anterior, visto que aqui o herói surge já mais maduro, enquanto Clark começou a descobrir seus poderes no colégio. No primeiro episódio de Arrow (“flecha” em inglês, nome original do seriado que, até segunda ordem ou uma dublagem do SBT, será mantido no Brasil) conhecemos um pouco da história…

Impressão Digital 2

Sabemos que ele estava, com seu pai e a irmã da sua então namorada, passeando de Iate pelo oceano (provavelmente Índico) quando um acidente mata a cunhada. Num primeiro momento sobrevivem em um bote ele, o pai e, ao que parece, um funcionário. É neste bote que o pai lhe conta que nem tudo é o que parece na vida de ostentação que levavam. Como único sobrevivente e agora sabendo da verdade, Oliver retorna para recuperar o que está sendo perdido, digamos assim, tanto no lado econômico quanto no afetivo…

Impressão Digital 2No retorno somos apresentados a Tommy Merlyn, (Colin Donnel) melhor amigo de Oliver, à sua mãe, Moira Queen (Susanna Thompson), e à Dinah Laurel Lance (Katie Cassidy), advogada de princípios e sua ex-namorada, além de alguns personagens, aparentemente, secundários. Certamente um certo jogo de gato e rato entre o casal, na velha ideia de manter a identidade secreta secreta, vai ser um dos fios condutores da série…

Nem tudo foi revelado neste primeiro episódio… ficaram dúvidas, mas o ritmo é muito bom, foi uma premiére promissora… Espero que se mantenha e honre às expectativas…

Vale ressaltar que, além das habilidades desenvolvidas na meia década passada longe da civilização, a personalidade de Oliver Queen também mudou bastante… mas ele usará a fama de playboy inconsequente também para manter a face Arqueiro Verde escondida.. muito bem pensado…

Impressão Digital 2Ah, e da série semelhanças com Smallville.. a casa dos Queen no novo seriado é, externamente, a mesma que era dos Luthor no seriado sobre o kriptoniano…

É esperar para ver…

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