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Adeus, meu bom amigo…

30/09/2014

Salve galera,

Pensando sobre o que escrever nesta semana eu me lembrei de um amigo. Apesar de estarmos meio afastados já há alguns anos, eu vou sentir saudades desse velho amigo. Quando eu o conheci, no início dos anos 2000, era tudo uma absoluta novidade.

Muita gente o conheceu mais ou menos na mesma época, mas acho que apenas um ou dois anos depois ele alcançou a incrível popularidade que o tornou tão marcante. Nesta época, a turma do Mark também já estava por aí, mas no Brasil praticamente ninguém (mesmo!!) o conhecia.

Graças a ele fiz muitos amigos, e também reencontrei outros tantos. Ele foi minha fonte de informações sobre bastantes coisas, e através dele eu até consegui dois empregos. Frequentei várias de suas comunidades, participei de debates, compra e venda, reuni amigos de colégio e de faculdade, família, fãs de seriados que eu também gostava.. ihh.. tanta coisa…

Eu tive meus primeiros contatos com o Mark alguns anos antes de ele se tornar popular no Brasil, por questões profissionais, mas demorei para me enturmar… Pensando agora, eu nem lembro quando ou por que exatamente eu deixei de falar com este meu amigo. Acho que foi uma dessas coisas da vida, a gente vai se afastando, se afastando.. até que perde o contato.

E hoje, 30 de setembro de 2014, ele vai embora. Seu pai, que tem o mesmo nome e um estranhíssimo sobrenome, já avisou que vem novidades por aí, mas acho que nada será como ele. Na sua época havia apenas ele, ninguém ainda entendia isso como uma rede social.

Era simplesmente o Orkut.

Texto originalmente publicado em www.zodcast.com.br

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Lambda Lambda, Lambda!!!

21/03/2012

Jovem NerdNão, este texto não é sobre fraternidades universitárias norte-americanas, nem sobre a série Porky´s dos anos 1980. É sobre o Jovem Nerd. Um site (se é que dá para resumir assim) “especializado” em cultura Nerd.

As aspas cabem neste caso pois, como ser realmente especializado em algo tão amplo quanto a cultura nerd? São tantas coisas juntas e misturadas. Entretenimento, filmes clássicos (e não necessariamente clássicos no sentido “comum”), cenas, personagens (reais e/ou ficcionais), jogos (principalmente RPGs), músicas, livros, imagens, símbolos, iconografias e até mesmo momentos históricos que seria que seria, e é impossível, alguém ser realmente especialista nisso (exceção, talvez, pelo Bluehand).

Um detalhe importante: eles não são defensores ou mesmo militantes da cultura Nerd. Não, tudo é tratado com muito sarcasmo, bom humor e ironia, sem deixar de ser sério e cheio de cultura, no sentido… cultural da palavra (tipo assim.. cultura cultural, sabe?). Cultura…

Eu conheci o Jovem Ner d em dezembro de 2010 através de um link da “Vadiagem Malemolente”, do Jacaré Banguela. Eu só fui entender mais tarde, mas o link era para a último episódio da primeira temporada do NerdOffice, o vídeocast do JN. Logo depois eles entraram em férias, e só voltaram em meados de janeiro. Eu aproveitei pra fuçar no, na época, blog. Conheci o NerdTour (e a viagem deles, com a família, para a Disney), o NerdCast e a Nerd Store. Vi outras edições do NerdOffice que, até ali era, disparada, a minha área favorita no site.

Allotoni e Azaghal
Alottoni e Deive Pazos, os criadores do Jovem Nerd

A dupla – Alexandre Ottoni e Deive Pazos. Dois amigos, que um dia começaram, meio de brincadeira, a fazer um blog sobre a cultura nerd. Deive se tornou “Azaghal”, o ácido, sarcástico e, muitas vezes, o indiferente à parte demasiadamente pop do mundo nerd, mas no fundo um cara boa gente e muito legal. Alexandre Ottoni (acredito que “Alottoni” já fosse o seu apelido por ser uma corruptela do nome dele), o Jovem Nerd, se tornou o “amigo”. Sempre sorrindo, o mais empolgado e, muitas vezes, impressionado com tudo o que rola neste mundo, digamos, meta-pop.

Com eles vieram também, a Portuguesa, esposa de Azaghal, e a Sra. Jovem Nerd, que dispensa explicações. Fazem parte da família ainda a Amanda (Dubox) e o Almôndega (André), filhos da Portuguesa.

Em janeiro de 2011, comecei a acompanhar o site diariamente. Logo na abertura do primeiro NerdOffice, o Jovem Nerd (Allotoni) diz: “Bem vindo à segunda temporada do NerdOffice! Começou o penúltimo ano da sua vida, aproveite!’

Talvez pareça um comentário meio catastrófico.. bom,  e é mesmo, mas numa referência às teorias do fim do mundo este ano, 2012. Apenas um trocadilho? Uma gag? Uma pequena trollada? Não sei… mas um exemplo simples do humor nerd…

Guerra dos TronosO Nerd Office – Em um dos primeiros NerdOffices que eu assisti, veio uma sugestão de leitura. “Guerra dos Tronos”, de George R.R. Martin. Um romance de fantasia sobre a luta por um reino dividido em sete (resumindo mal e porcamente, mas se quiser saber mais, leia o post abaixo ou clique aqui). Já se anunciava que seria o primeiro de uma série, cada um com pelo menos 600 páginas. Comprei o primeiro, li e gostei. A partir dali comecei a prestar atenção também às dicas do (site) Jovem Nerd.

Pouco depois, em outro NerdOffice, a dupla anunciava a publicação, pela editora Record, do livro “A Batalha do Apocalipse”, do escritor e amigo deles, Eduardo Spohr. Eu não sabia ainda, mas na verdade era uma segunda publicação da obra. Em 2009, eles próprios haviam editado o livro, chegando a criar a Nerd Books apenas para isto.

A temática do livro traz a guerra entre os anjos do céu e do inferno. Gabriel, Lúcifer, Deus (que, na obra, ainda dorme no sétimo dia da criação) e muitos outros anjos, arcanjos, querubins entre diversas divindades. Novamente me interessei, comprei e li.

Agora sou fã do texto e do estilo de Spohr, que ainda lançou depois ‘Filhos do Éden’, que se passa dentro do mesmo universo, mas com outros personagens e outro contexto. Este eu tenho, mas ainda não li.

NerdOffice também é cultura – Nem só de dicas literárias vive o “vlog” semanal do Jovem Nerd. Cultura Nerd é sempre o prato principal. Criado com a intenção de debater os fatos nerds da última semana, o programa cresceu, chegando ao final de sua segunda temporada (2011) com um editor de vídeo contratado: Anderson Gaveta, da Gaveta Filmes.

Jovem NerdIdade Média – Entre as atrações mais interessantes que eu vi nos NerdOffices estiveram: a viagem que os nerds fizeram, com Eduardo Spohr e amigos, para a Europa, passando por diversas cidades fora do circuito tradicional de grandes cidades e capitais. Destaque para castelos medievais conservados, com suas masmorras e penhascos, e pelo passeio em Toledo, na Espanha, de onde Azaghal trouxe uma linda espada medieval legítima.

Vida extraterrestre – Outra coisa muito interessante foi, numa das muitas vezes que a Nasa anunciou que se descobriu “um planeta com possibilidade de vida fora da Terra”, o NerdOffice tentou demonstrar o tempo que levaria, hoje, para chegarmos ao tal planeta e verificarmos isso com nossos próprios olhos. Simplesmente impraticável, pra dizer o mínimo.

A Caneta Chaos – A terceira, e talvez mais surpreendente foi a história da caneta Chaos. Algum tempo antes daquele NerdOffice, o Jovem Nerd gravou um NerdCast (podcast, do qual falarei mais adiante) com o escritor Paulo Coelho. No meio da conversa, o Mago comentou conhecer pessoalmente Sylvester Stallone. Diante da reação histérica da dupla, Coelho decidiu ligar para o ator americano. Ao vivo ele não conseguiu, mas mais tarde, numa ligação gravada (e apresentada em NerdOffice posterior), Stallone diz, a pedido de Paulo Coelho, “Hello, Jovem Nerd”.

Caneta Montegrappa Chaos

Como todo o nerd (e eu também teria feito), os dois se emocionaram como crianças, mesmo cientes de que, nem por isso, o Rambo,o Rocky ou mesmo o Falcão teria agora a mínima ideia de quem eram eles.

Mais um tempo depois, Paulo Coelho leu uma notícia que dizia que a fábrica italiana de canetas Montegrappa lançara uma edição especial, limitada, de uma caneta desenhada por Sylvester Stallone. Isso, nas palavras de Azaghal, “ligou o alarme Sylvester Stallone – Jovem Nerd, no Paulo Coelho”. O Mago consegui uma das canetas e as enviou para os Nerds, com a condição de que eles não ficassem com ela, mas repassassem a um de seus fãs.

Paulo Coelho, Jovem Nerd e Sylvester Stallone
Paulo Coelho, Jovem Nerd e Sylvester Stallone

Azaghal ficara enlouquecido pelo objeto e a promoção consistiu em responder à pergunta: “Por que eu mereço a caneta Chaos mais que o Azaghal?”. Eu participei, obviamente, e não ganhei, mais obviamente ainda…

Você está ouvindo… NerdCast… no Jovem Nerd – Mais ou menos na época da promoção da caneta Chaos eu comecei a ouvir mais atentamente ao NerdCast. Também semanal, mas bem mais antigo que o NerdOffice, o podcast do Jovem Nerd traz cada semana um assunto diferente, discutido pela dupla e alguns amigos que se revezam. Quase sempre tem um profundo conhecedor do assunto tratado, alguns bons fãs do tema, e a maioria que não faz a menor ideia de onde está.

NerdCast

Mesmo assim , o programa, que costuma ter cerca de uma hora de duração, é sempre muito interessante. Entre os mais de 300 assuntos já debatidos estão: De Volta para o Futuro, Beatles, Tin Tin, Evolução (a teoria científica), RPG, Chaves, Blogueiros, etc.

A Nerdstore – Além do NerdOffice e do NerdCast, existe também a NerdStore, que é, como o nome diz, a loja do Jovem Nerd. Lá eles vendem diversas camisetas e canecas exclusivas entre outros produtos. Desde o início eu queria comprar algo lá, mas algo que não fosse “comprar por comprar”. A paciência valeu a pena: no fim de 2011 foi lançada a camiseta BTTF Blueprint. Cheia de referências ao meu filme favorito, fui obrigado a adquiri-la!!

NerdStore

Valeu a pena! E vale ressaltar que todo o processo de estoque, embalamento, envio e monitoramento é feito pela própria “turma” do Jovem Nerd, dentro da “sede da empresa”.


PBHa
Mais dicas literárias
– Em seguida, a terceira dica literária do NerdOffice que eu segui. “Protocolo Bluehand – Alienígenas”. O livro, escrito por Eduardo Spohr, Jovem Nerd e Azaghal, é simplesmente um guia para sobreviver a um ataque alienígena. Nada do que está ali, entretanto, foi inventado por eles. São teorias e registros de supostas aparições e abduções extraterrestres registradas pelo mundo ao longo do tempo. É uma boa leitura, e agora eu estou preparado! Pode vir, kriptoniano!

A última – até agora – dica literária do NerdOffice que eu segui foi o livro chamado “O Forte”, de Bernard Cornwell. Conta a história real de uma batalha da Guerra da Independência dos Estados Unidos, no fim do século XVIII.  É um dos poucos livros de não-ficção do autor, e que terminam em si. Cornwell tem outras obras, geralmente trilogias, focadas mais na Idade Média.

É isso. Acho que minha tentativa de explicar o que é o Jovem Nerd ficou… interessante. Tem muito mais, outras áreas, outras histórias, outros participantes dos NerdCasts que meceriam ser citados. Mas aí vira um dossiê, e não um texto de fã.

É um blog (ou, depois da atualização, seria um site?) muito bom, com humor inteligente e muita cultura. Diferente de outros blogs, que nem por isso deixam de ser bons no que se propõe, o humor não é “gratuito”, e a meta é divertir, mas com conteúdo. Tipo assim… como eu poderia ilustrar… tipo… tipo… o Impressão Digital 2! O meu blog!

“Aham, Fábio… senta lá….”

 

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A raposa otimista

28/11/2009

Cinco (inacreditáveis) anos atrás eu escrevi sobre “Lucky Man”, o livro autobiográfico de Michael J. Fox (ver IMDB), no qual ele contava como um garoto do interior do Canadá se tornou um astro, e como a descoberta da doença de Parkinson, na virada dos anos 1990 mudou a sua vida.

Pois eis que eu encontrei, na Feira do Livro de Porto Alegre 2009, o livro que, de certa forma é a continuação daquele. O título, e a mensagem é:  “Um otimista incorrigível” (“Always Looking up: the adventures of an incurable optimist”, no original, em inglês).

Não é exatamente uma continuação pois, enquanto aquele é estritamente biográfico, este se propõe a refletir sobre a relação do J. Fox com a doença. E não é nada de “ó, estou morrendo, pobre de mim”. Ao contrário.

Como o próprio título diz, o livro é otimista. Mostra como o ator encara, vive e confronta a doença diariamente. A organização dele também não é cronológica, mas em quatro grandes capítulos: Trabalho, política, fé e família.

Na introdução, ele fala da sua rotina com a doença, descrevendo em detalhes assustadores a luta diária para executar, sem o devido controle muscular, atividades corriqueiras como escovar os dentes.

Em relação a trabalho, ele conta como foi a mudança da vida de ator de filmes (como a trilogia De Volta para o Futuro) e seriados (de Caras e Caretas a Spin City) de sucesso para o de presidente de uma fundação que tem, como ele gosta de ressaltar, um único objetivo: fechar. A Michael J. Fox Foundation for Parkinson´s Research (Fundação Michael J. Fox para a pesquisa do Parkinson) foi criada com o intuito de incentivar pesquisas para encontrar a cura da doença. No dia que este objetivo for alcançado, ela fecha.

Na política, ele fala sobre o jogo de interesses que cerca a questão da pesquisa com células-tronco, principalmente nos Estados Unidos. Grande parte do livro, por exemplo, se passa no longo governo George W. Bush, que era contrário às pesquisas. A briga de bastidores, incluindo o episódio no qual ele foi acusado inclusive de fingir ter os tremores da doença para sensibilizar cidadãos e eleitores norte-americanos é um dos pontos mais interessantes do livro.

No que diz respeito a fé, além de falar de si e de sua visão própria de Deus, conta também de sua relação com o judaísmo, que é a religião de sua Tracy Pollan e seus filhos.

Na parte de família ele fala de seus pais, sua infância e “a grande viagem”. Também fala de Tracy, e seus filhos Sam, Aquinnah, e Schuyler e  Esmée e de seus irmãos, principalmente K.C., com quem era muito ligado e quem acabou perdendo cedo…

Eu sei que é piégas, é um lugar-comum e tal. Mas Michael J. Fox merece ser admirado pela forma de encarar o mundo. Portador de uma doença degenerativa que muitas vezes acaba com o ânimo de qualquer um e mudou sua vida completamente. Mudou sim, mas acabar nunca. E, ao contrário do que talvez alguns pensem, o caso dele é bem grave. Não desistir e, mais do que isso, olhar sempre para o que se tem e o que se pode ter, nunca apenas para o ideal.

E, com o perdão do trocadilho, com pouco mais de 1.60 ele pode ser pequeno como um rato, mas é esperto como uma raposa.

Aproveite e leia abaixo algumas
curiosidades sobre o livro

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A raposa otimista – curiosidades

14/11/2009

Como o texto sobre o livro Um otimista incorrigível ficou grande, resolvi fazer um segundo post para as curiosidades sobre o livro e Michael J. Fox

A primeira:

Para os desavisados, Michael J. Fox empresta a voz para o Pequeno Stuart Little nos filmes do ratinho. Então, na foto ao lado, enquanto no fundo à esquerda, nós temos o Dr. Gregory House (sim, é o Hugh Laurie), na mão do menino temos Michael J. Fox. Curioso, né? Ok.. curioso e inútil.. rsrsrs…

A segunda:
Fox fez participações em séries depois que largou Spin City (onde foi substituido por Charlie Sheen). Achei este vídeo que mostra as melhores participações dele em Scrubs. Infelizmente não tem legendas, mas de qualquer forma dá pra ver os “tiques” da doença, que foram usados no personagem (que tinha transtorno obsessivo-compulsivo).

Por fim: saindo da votação que acabaria por eleger Barack Obama, em 2008, Michael J. Fox foi entrevistado por uma estudante de 10 anos. Nada demais se, ao invés de responder a última pergunta (sobre em quem ele tinha votado naquele pleito), ele não tivesse apenas aberto a jaqueta e mostrado a camiseta abaixo.

O detalhe é que a menina olhou para a camiseta sem reagir, e não por não ter achado graça… Como J. Fox logo concluiu, alguém com 10 anos em 2008 provavelmente jamais ouviu falar na trilogia, quanto menos entender o “trocadilho” do símbolo…

E ainda sobre a camiseta: no dia do anúncio oficial da vitória de Obama, em janeiro de 2009, eu escrevi um texto no qual fiz (com – e a partir da – minha própria falta do que fazer) essa mesma brincadeira com o logo (clique aqui).

Links interessantes:

Michael J. Fox Parkinson Foundation – http://www.michaeljfox.org/
Michael J. Fox on IMDB – http://www.imdb.com/name/nm0000150/

Textos do Impressão Digital relacionados:
Barack to the Future
Uma raposa sortuda/


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Update!!!

Michael J. Fox foi o entrevistado das páginas amarelas da revista Veja esta semana. Leia aqui a entrevista, (obs: a revista erra ao dizer que o livro lançado é a biografia)

Como destaque, eu achei fantástico o que ele disse sobre saber conviver com uma doença ou condição de vida incurável:

O mais importante é aprender a viver o momento. Tenho uma teoria: imagine uma pessoa doente ou que sofreu um acidente e vive com medo de que o pior cenário se materialize. Esse medo se torna uma obsessão que toma conta de sua mente. Se, por infelicidade, o pior cenário se tornar real, essa pessoa viverá o mesmo drama duas vezes. Claro que devemos ser realistas e aceitar as circunstâncias, mas acho que, mesmo diante de uma situação dramática, há muitos motivos para ter pensamentos positivos .

E na entrevista ele também lembra dos casos de Muhammad Ali (outro portador de Parkinson), Lance Armstrong e Christopher Reeve (que ficou paraplégico num acidente de cavalo), com quem conviveu muito nos últimos anos.

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… é pra ESSAS coisas?!?!?

21/03/2009

Amigos.

Acho que é uma das coisas mais simples, mais importantes e mais difíceis de explicar na vida. São indispensáveis, sem dúvida. Como se diz, é a família que a gente escolhe..

De um amigo de verdade você aceita elogios, críticas, discordâncias, questionamentos e até mesmo acusações, com ou sem fundamento. Afinal, se ele estiver certo, está no papel dele. Se ele não estiver, também está no papel dele…

Existem brincadeiras que exigem um certo – e incerto – grau de amizade para serem feitas. Tem coisas que entre dois amigos marcariam para sempre uma sólida amizade, mas entre conhecidos ou estranhos podem acabar em caso de polícia…

Um exemplo disso é a “Prank war” (guerra de pegadinhas, em tradução livre) entre Amir e Streeter. Os leitores costumazes (e antigos) do blog vão lembrar do Amir dos vídeos da Vimeo. O Streeter, apesar de não aparecer naqueles vídeos, é da mesma turma…

Pois bem. Nessa “guerra de pegadinhas”, pelo menos dois episódios ilustram bem a força de uma amizade.

No primeiro, Amir descobre que Streeter vai assistir um jogo do New York Yankees com a namorada. E o que ele faz? Aproveitando que, nos intervalos do jogo, o telão do estádio exibe recados dos torcedores, ele manda um recado para a namorada do Streeter. Bem… mais do que um recado, um pedido de casamento!! O detalhe é que ele (o Streeter) não sabe que vai pedir…

Sacanagem pouca é bobagem…

Pois eis que o troco vem meses depois. A situação é quase a inversa. Amir vai a um jogo de basquete universitário, e Streeter, combinando com a organização do jogo, faz com que Amir seja “sorteado” para, no intervalo, tentar um arremesso valendo US$ 500 mil. Detalhe: o arremesso é do meio da quadra e Amir estará vendado.

Enquanto Amir está assinando os papéis para fazer a tentativa, Streeter vai até a quadra e pede para o público vibrar independente do resultado do arremesso. Vejam o resultado…

Com amigos como esses, quem precisa de inimigos? São brincadeiras muito engraçadas para quem assiste, mas não deve ser a melhor experiência para quem vive, hehehe.. tem que ser MUITO amigo…

Eu, felizmente, tenho amigos com quem eu acredito que poderia fazer este tipo de brincadeira.. mas, sei lá, prefiro não arriscar, sabe como é…

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“Hello Jack!”.. você viu?

06/03/2009

Nem é preciso dizer que a internet é uma fonte inesgotável de coisa nenhuma. Tem coisas para todos os gostos. Do mais interessante aos mais inútil, um muito de tudo é encontrado na internet.

Eu costumo dizer que não é a internet – ou qualquer coisa nela, como o Orkut, blogs ou o MSN – que é “ruim” ou “boa”, mas sim, o uso que se faz dessas ferramentas. Eu, por exemplo, já encontrei bastante coisa interessante “sem querer” por aí (ok, ok.. e MUITA coisa idiota também…).

Pois eis que eu encontrei (aqui) mais um vídeo interessante. Basicamente, é um truque de ilusionismo que envolve um baralho, como tantos que existem por aí. Prestem atenção:


O efeito da troca de cores 

Créditos para: Simon Taylor e sua equipe

Sem entrar em detalhes para não correr o risco de tirar a graça para quem ler aqui e não assistir o vídeo, eu achei muito bom. Simples, mas que exigiu uma coordenação e um sincronismo muito sutil. Admito que não tinha visto nada até a explicação…

 

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Vou deixar abaixo a tradução (livre) do que ele diz. Não é fundamental entender o que ele diz para entender o vídeo, mas pra quem quiser, tá aí:

– Olá.. bem vindo ao efeito da troca de cores.

(espalha as cartas na mesa, e pega de novo)
– Isto vai precisar de cartas, mas mais especificamente da minha carta favorita. 

(brinca com o valete)
– Olá Jack!… Olá… Sou eu, fazendo a voz…

(o truque..)
Preste.. muita atenção… por que isto precisa de muita atenção..

(a câmera volta para o baralho)
E este.. é o efeito da troca de cores.

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Mas e você? Tinha reparado? Comente!!

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Pausa pra falar de futebol…

04/03/2009

Há muito tempo eu não falo de futebol aqui. Acho que atualmente foge um pouco do tema, além de ultimamente não ter nada pra falar. Bom, não tinha….

Eu poucas vezes me irritei tanto com um treinador como com o senhor “Celso Juarez Roth”. Ano passado, no “auge”, eu dizia: “Só espero que não acordem o Roth…”

Acordaram… e deu no que deu. Se analisar por qualquer lado, o Grêmio tinha que se esforçar MUITO pra perder o título nacional, e ainda precisaria contar com a competência (ou sorte) absoluta do São Paulo. Bom.. (in)felizmente o “esforço” foi recompensado…

É claro que vão dizer que eu sou o profeta do acontecido já que o cidadão tá pra cair. Mas eu posso dizer que, nessa última passagem pelo tricolor, em nenhum momento apoiei ele. Nenhum.

Vamos lá! Fica o meu protesto através dos 50 “Celso Roth Facts”:

1. Celso Roth joga par ou ímpar com o espelho e perde. PEDINDO PAR!

2. O novo PES 2010 terá um novo modo: Very Hard, Hard, Medium, Easy, Very Easy, Amateur e Celso Roth Mode

3. Os criadores de PES e Winning Eleven não colocam técnicos nos jogos porque teriam que fazer Celso Roth, e o atributo “mentality” só vai até o 1

4. O maior feito na carreira de um jogador de futebol não é fazer 1000 gols. É ganhar um título com o Celso Roth no comando do time

5. Se Celso Roth ainda não fez merda, é porque ele ainda não definiu a escalação

6. Celso Roth não ganha a partida nem quando o outro time está com 6 jogadores em campo

7. Roth jogou roleta russa com um revólver completamente descarregado e perdeu

8. Se o Roth tem 1000 reais na carteira e você tem 5 reais, você tem mais dinheiro que o Roth

9. Roth perdeu o “Chuck Norris game”

10. Celso Roth perde mesmo quando faz Royal Flush

11. Roth jogou jogo da velha consigo mesmo e perdeu

12. Em Shrek, o papel do burro caberia inicialmente ao Celso Roth. Mas o IBAMA protestou, alegando que era uma ofensa aos burros.

13. Celso Roth tem QI negativo

14. Os jedis podem controlar a mente de Celso Roth

15. Se você acertar em algo um dia, fique tranqüilo, você obviamente não é Celso Roth

16. Celso Roth perdeu a virgindade depois do filho

17. Se você procurar no google por “Celso Roth ganha um título”, nenhum resultado será encontrado, por motivos óbvios.

18. Celso Roth leva 90 minutos pra passar uma hora

19. A famosa frase de Einstein “Apenas uma coisa eu tenho certeza que é ilimitada: a ignorância humana” foi dita depois que ele conheceu Celso Roth

20. Roth perdeu para ele próprio jogando Football Manager

21. Celso Roth faz uma cebola chorar

22. Deus ora para que Celso Roth fique inteligente.

23. Celso Roth foi reprovado num vestibular onde apenas ele participou.

24. Dizem que a ilha de “Lost” na verdade é o cérebro de Celso Roth

25. Quando Celso Roth nasceu, o doutor em vez de dar um tapa nele, deu no pai dele 

26. Quando Saddam Hussein estava para ser morto ele poderia escolher entre ser enforcado ou ver Celso Roth treinando seu time. Ele preferiu a primeira opção.

27. Roth não é politicamente correto. Ele nunca está correto. NUNCA

28. Nos tempos de ditadura no Brasil as pessoas escolhiam se preferiam ser afogadas e levar choque, ou ver Celso Roth treinando o seu time.

29. Celso Roth já teve outras carreiras além de treinador. Em 1929, ele trabalhava na Bolsa de Valores.

30. Quando Celso Roth lê um livro, o livro fica burro

31. Para cada burrice cometida no mundo, Celso Roth comete mais oito

32. O diabo criou o inferno porque não suportava mais o Celso Roth

33. Conte até dez… Esse é o tempo que Roth demora pra fazer merda. 42 vezes.

34. O tamagochi do Celso Roth já veio morto.

35. Quando pensou que estava errado, Celso Roth acertou pela primeira vez na vida.

36. Outras carreiras de Celso Roth? Ele já dirigiu um barco chamado Titanic, e recentemente pensou em mudar de profissão, ao tentar ser piloto de avião da TAM

37. Celso Roth inventou a palavra “burrice”

38. Mandar o Roth pro inferno não adianta nada, muito pelo contrário, pois você compra uma briga feia com o diabo.

39. Na bandeira do Brasil, as bolinhas vermelhas significam o número de vezes que Celso Roth ganhou um título

40. Celso Roth só possui membros inferiores, afinal, ele nunca é superior em nada

41. Sorte de hoje: Você não é Celso Roth

42. Se parece com galinha, cheira como galinha e tem gosto de galinha, Celso Roth diz que é um bife

43. Celso Roth não tem reflexo no espelho. O reflexo tem vergonha de aparecer

44. O cúmulo da burrice não é Celso Roth. E sim contratar ele para o seu time

45. O teclado de Celso Roth não tem a tecla “Ctrl”. Ele nunca está no controle!

46. Como disse o presidente americano Roosevelt: “Não temos nada a temer a não ser o próprio medo. E Celso Roth treinar o nosso time.” 

47. O estádio dos Aflitos tem esse nome desde que Celso Roth decidiu treinar o Náutico

48. Dunga decidiu ser treinador quando Celso Roth disse que ele tinha potencial

49. Quando Celso Roth fuma maconha, o baseado fica doidão

50. Jogando Counter Strike, Celso Roth morreu com um Flash Bang.

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