Archive for the ‘Pedras soltas…’ Category

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301…

06/10/2012

E segue a contagem…

Fala galera… tô de volta!!

Dessa vez, só de passagem. Não apareço aqui desde julho, vejam só… mais de 2 meses… fazia tempo que o ID não tinha umas “férias” tão longas…

Pior que eu até comecei uns textos. Um resgatando a história política da república brasileira (bem resumidamente) para tentar entender como chegamos aonde estamos. A ideia era publicar um tempo atrás, para agora, nas vésperas da eleição, falar especificamente deste pleito. Mas, nas atribulações do dia a dia, deixei passar…

Vale ainda um post sobre a nova vida. Quando eu fiz o post “300”, celebrando as três centenas de textos aqui no blog, eu já estava no Jornal O Sul, mas ainda não tinha começado a trabalhar forte, também, na Reverso Comunicação Integrada. Aliás, trabalhar forte, nem no O Sul tinha começado… mal sabia eu…

Há 3 meses, na primeira semana de julho, eu estava encostado no INSS. Agora esta loucura.. muitas mudanças, mas muitas conquistas também. Tenho tido muitas experiências novas, principalmente profissionais. Cidades, hotéis, carros e até um passeio de Stock Car em Tarumã eu já tive nestes últimos tempos.. vou registrar isso tudo aqui no blog assim que puder…

Não vou prometer voltar. Pretendo muito seriamenteo, tenho textos encaminhados sobre literatura, música, política (como já disse) e essas ideias que me surgiram sobre as experiências que tenho tido, como a volta de Stock, mas falta tempo pra me organizar…

Tem, inclusive, mais uma ideia de livro.. mas ainda está bem na ideia… é mais ideia (e sugestão) de amigos do que propriamente minha, mas acho que pode funcionar (por ser mesmo assim, digamos, de minha autoria).

Era isso galera.. só passando para dar um alô!

Fiquem à vontade para fuçar no blog. Se quiserem comentar, também podem ficar à vontade. Isso é legal, saber que tem gente lendo, hehehe… Se não tiver, também, tudo bem..

Uma boa forma de fuçar, aliás, é o post anterior, que marca o 300º post e tem vários links pros textos mais lidos… ou ir cronologicamente, ou por assunto, ou por data… enfim, opções não faltam.

Aliás, no Facebook tem uma timeline também cheia de textos aqui do ID2. Falando nisso, curtam o Impressão Digital 2 no Facebook!

https://www.facebook.com/ImpressaoDigital2

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This isn´t Spartaaaaaaaaaa!!!

31/07/2012

Impressão Digital 2

Peço desculpas por, talvez, decepcionar os amigos, mas o texto não é sobre o filme que retrata a famosa guerra entre persas e gregos. Numa coisa meio auto-elogiosa, este texto é sobre ele mesmo. Afinal, este é o post de número 300 do Impressão Digital (I e II).

Impressão Digital 2E o blog chega a este número em um momento muito especial. No mês que acaba hoje, julho de 2012, outra marca importante foi alcançada: a de mês mais movimentado da história. Até então, o melhor mês em termos de audiência era outubro de 2007, com pouco menos de 1.500 visitas. Em julho, chegamos a 1700!

Não é muita coisa para os blogs mais movimentados, que chegam a centenas de vezes isto em um único dia, mas é uma marca para o ID2. Curioso também a marca ter sido alcançada em um mês de pouca produção.
Houve o texto “Os ilhéus de Jorge Amado“, sobre a novela Gabriela na primeira semana… e depois apenas “Se você é jovem ainda…“, sobre o show do “Seu Barriga” em Porto Alegre. Dois textos e o primeiro mês a ultrapassar a média de 50 visitas únicas diárias…

Impressão Digital 2
No texto de número 200 eu também parei para ver “como as coisas andavam”. E fiz uma lista dos dez mais lidos até ali. Pois atualizei esta lista agora, e ela está assim:

31 de julho de 2012*
Texto Visitas
O Brasil e a lei seca 1.477
Sorte na vida 1.189
E lembrei de você…  939
Um garoto bonito…  917
O Pre(f)terido de Dom Pedro II  845
Carta para o meu melhor amigo  811
A importância de ter opinião  803
Racha-cuca: o que é um trilhão?  749
Com licença, por favor, obrigado (1)  583
Comunicação é a nossa vida…  575
A lenda da rua Abbey
555
Independência ou Cuba! 549
A banda do clube dos corações solitários… 521
Luiz Inácio falou, Luiz Inácio avisou… 478
Uma linda mulher 446
O Rio de Janeiro continua lindo… 444
Zique, zaque, zique zaque… hoe, hoe, hoe! 442
Einstein e o equilíbrio cósmico 422
As histórias de Zé Cavaleiro 413
Mas afinal, o que é uma reprise? 409
*clique nos links para ler os posts
Impressão Digital 2
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Vamos às curiosidades:

– Da lista organizada no texto número 200, “Fui tomar juízo, só tinha vodka“, 11 permaneceram, sendo que 4 melhoraram, 5 caíram e 2 incrivelmente mantiveram a mesma posição na lista dos mais lidos;

– Os 9 novos significam, por óbvio, que outros 9 da primeira contagem caíram de posição;

– Dos 9 novos, 8 não teriam como ter estado na lista anterior por terem sido escritos depois;

– Os único que subiu mesmo tendo sido escrito antes foi “Zique, zaque, zique zaque… hoe, hoe, hoe!“, sobre a Oktoberfest 2005;

– O líder se manteve o mesmo. Com assunto sempre atual (bebida x direção), foi escrito e publicado pouco antes da listagem anterior, logo que a “Lei Seca” entrou em vigor. Continua muito atual, e continuo concordando com o que escrevi. Uma curiosidade é que ele também seria o único daquela lista, pelo número de visitas, que também estaria nesta, mas na 14ª posição;

– Três sobre Beatles, três de literatura, três sobre e/ou para pessoas especiais, dois sobre música (tirando os dos Beatles), um sobre cinema, um de pura curiosidade e cinco onde discorro minha opinião sobre determinado tema;

– Em nove anos, dois meses e doze dias desde o primeiro post do Impressão Digital 2, a evolução foi a seguinte: Até chegar ao centésimo texto foram dois anos e três meses; Levou mais três anos, um mês e dois dias para o de número 200; E outros três anos, dez meses e doze dias para hoje, quando atingimos os 300!

– Menção honrosa para os textos “Lambda, Lambda, Lambda!!!” e “Os ilhéus de Jorge Amado“, que são de 2012 mas vêm sendo lidos constantemente.. certamente figurarão com destaque numa lista futura!

E já tenho textos planejados para o mês de agosto. Política e música são os principais assuntos…

Mas e aí… quanto tempo levará até chegarmos ao texto de número 400º?

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Mais fácil que andar pra frente…

16/06/2012

Uma vez, há muitos anos, eu li que o mundo atual era para um homem, branco, magro, que enxergasse, caminhasse e escutasse com perfeição. Também com algum dinheiro sobrando, estudo e educação. Era importante também saber se comunicar, ouvir e respeitar a todos.

A segunda frase é perfeita. A terceira e a primeira, entretanto, em certo sentido, se contradizem. Como respeitar a todos num mundo “programado” para seres “perfeitos”? A contradição se mantém, mas na verdade eu não tinha conhecimento, ou vivência, na época, para entender a frase toda.

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Eu comecei a entender melhor numa das viagens que fiz ao Rio de Janeiro. Minha amiga de lá, pedagoga, por acaso estava participando de um congresso nacional sobre educação especial naquela mesma semana. Pra mim foi uma experiência muito interessante. Uma grande troca de ideias e, digamos, uma atualização na visão de mundo…

O momento mais marcante foi durante uma palestra/debate, no auditório da faculdade. O auditório, como normalmente acontece, tinha cada fila de cadeiras um degrau acima do anterior, como acontece em cinemas ou estádios de futebol. Atrás da última fila, uma nova escada descia ao nível “do chão”, para a entrada.

Lá pelas tantas, diversas autoridades da faculdade e da educação brasileira discutiam acessibilidade, a mudança de paradigma que era necessária para a inclusão social dos cadeirantes e deficientes visuais. Tudo ia bem, todos se sentindo cada vez mais integrados, mais cidadãos até o momento em que um cadeirante, lá em cima, na última fileira, pediu a palavra:

“Olha… eu acho tudo isto muito lindo, muito bonito… tomara que dê certo… mas alguém parou pra pensar como eu cheguei aqui em cima?”.

O constrangimento foi total. Enquanto se discutiam políticas públicas, iniciativas privadas e soluções gerais, esquecia-se que, ali mesmo, na faculdade, um cadeirante teria problemas de locomoção…

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Uns anos depois, outra experiência, desta vez com deficientes visuais. Eu fiz um estágio num local onde os profissionais de atendimento eram deficientes visuais totais. Um dia, conversando com um deles (chamarei de Ana) exatamente sobre os problemas que eles tinham, por exemplo, para atravessar uma rua, ele me contou uma história que seria cômica, se não fosse um triste exemplo da falta de… noção… que algumas pessoas têm das dificuldades dos outros…

A Ana me contou que certa vez precisou atravessar uma avenida aqui de Porto Alegre. É uma grande avenida, daquelas que têm um canteiro dividindo as duas pistas. Como sempre, ela parou na esquina tateando o chão com a bengala esperando que alguém se oferecesse para ajudar.

Não demorou e um pedestre se ofereceu. Naqueles poucos segundos em que cruzavam a primeira pista trocaram meia dúzia de palavras. Ao chegar ao canteiro, o pedestre pergunta: “Quer atravessar até o outro lado?”.

Ana achou que o pedestre estava brincando, e respondeu: “Não, não… aqui está bom”. E a pessoa simplesmente soltou o braço dela e a deixou, sozinha, no canteiro da grande avenida.

Vale lembrar ainda um comentário que outro deficiente, daquele mesmo local, me fez quando meu trabalho lá terminou. Ele comentou:

“Fábio, tu és um cara muito legal, mas não é muito esperto. No início, nas primeiras vezes que vieste, fazias teu trabalho, mas não abria muito a boca. Sei que é uma questão de educação, mas se tu não produzir um som eu não tenho como saber se tu vieste ou não…”.

De fato, nas primeiras vezes que estou em um novo grupo de pessoas, sou mais discreto. Até ganhar confiança, e aí me solto. Só que, entre deficientes visuais, isso não é muito… inteligente…

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Ainda sobre deficientes visuais. Recentemente fiquei sabendo que, na calçada localizada na frente do prédio do principal jornal da cidade de Rio Grande-RS, foram utilizadas peças de calçadas especiais para deficientes visuais (aquelas em cor diferente e com marcações em relevo) para decorar a área em frente ao jornal.

Ao invés de utilizar de forma correta, cortando longitudinalmente a calçada para guiar os que se utilizam dela, usaram para circundar a calçada. Isto deixou uma parte da calçada “especial” junto ao meio-fio, o que certamente pode causar acidentes, contrariando totalmente a ideia de segurança para qual estas peças em relevo se destinam.

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A terceira experiência que tive com as dificuldades de um portador de necessidades especiais foi em 2012, e bem mais pessoal. Entre março e abril eu perdi peso muito rapidamente, demais até, e acabei também eliminando massa muscular. Isto dificultou e muito a minha locomoção, de forma que cheguei até, certo dia, a utilizar uma cadeira de rodas para me locomover em um hospital.

Ainda estou melhorando, mas já bem melhor do que antes. Contudo, algumas conclusões que eu cheguei. Primeiramente… como tem escada!! Quando se caminha com naturalidade não reparamos, mas para todo o lado tem escada, degraus, desníveis ou mesmo inclinações suficientes para, no mínimo, dificultar muito o acesso para os que não podem caminhar “normalmente”.

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É claro que a falta de preocupação com acessibilidade na construção de avenidas, meio-fios, prédios e escadas não é fruto de má-intenção dos seus proprietários nem do governo. Apenas que vivemos hoje, desde o final do século XX, num mundo cada vez mais atento a essas pessoas (deficientes físicos, visuais ou auditivos) que, na verdade, sempre estiveram aí.

Também é verdade que não se resolve todos estes “obstáculos” em uma semana. Já se vê, em muitos locais, preocupações com acessibilidade, mas ainda há MUITO o que fazer…

Respeito. Uma palavra tão simples, mas às vezes tão difícil de ser compreendida. Respeito não e aceitar diferenças, mas compreendê-las. Saber por que se deve dar preferência, por que ajudar não tira pedaço e, principalmente, saber se colocar no lugar do outro ser humano sem menosprezá-lo.

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O mundo é feito para todos. Brancos, negros, amarelos; magros ou gordos; que possuam ou não qualquer tipo de deficiência física ou mesmo mental.

Por fim, essa preocupação com questões de acessibilidade e com a integração dos que têm necessidades especiais é, provavelmente, o lado bom da mania moderna do “politicamente correto”. Sim, pois a ideia de que TUDO tem que ser respeitado, e de que respeito significa não dizer um “ai” é repleta de exageros, mas isso é assunto para outro momento…

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Era uma vez, num mundo mágico e estranho…

17/05/2012

Este, acima, foi o primeiro logo oficial do Impressão Digital. Cheio, vejam só, de impressões digitais…

Como tudo o que é moda, e ainda potencializado pelo então nascente poder viral da internet, o avô do ID2 – ainda antes do Impressão Digital que usava o logo acima – também nasceu “por moda”. Todo mundo tinha blog, então eu também tinha que ter. Só que foi tão na moda, que nem o nome era esse. Vou deixar eu mesmo contar, num texto publicado no antigo Impressão Digital (mas que pode ser encontrado entre os textos de 2005 aqui do ID2.

Há algum tempo, quando eu resolvi levar o Impressão Digital realmente a sério, ele nem mesmo se chamava assim. Era o “Jack Daniel´s Weird and Magic World”, ou seja, o mundo mágico e estranho de Jack Daniel. Naquela época, eu não sabia como iria ser, estava apenas “indo”.. tanto que a frase que servia de subtítulo na época era “O melhor blog sobre nada”, e não “O mundo visto através dos olhos de um certo jornalista gaúcho”, como é hoje. 

A única coisa que eu sabia, como eu já disse aqui mais de uma vez, é que ele não seria sobre nada em específico. Não seria sobre política, sobre esportes, ou sobre qualquer outro assunto. Seria sobre tudo, e ao mesmo tempo sobre nada. De certa forma, eu sigo bem fiel a esta idéia. É difícil definir sobre o que o “ID” fala, se não sobre o que eu penso a respeito das “coisas”. 

E é daí que vem o nome “Impressão Digital”. É um trocadilho visível com a mais tradicional forma de identificação de alguém (pelo menos na era pré-DNA). “Impressão”, por que é isso que eu faço aqui… deixo minhas impressões, meus pontos de vista. “Digital”, pois este é um veículo digital, não é papel nem rádio ou TV. O nome pegou, e hoje ele é uma “marca registrada” minha, no sentido de ter uma grande identificação comigo. 

E foi assim. No início ele era bem “diário”. Onde eu tinha ido, o que eu tinha achado.. depois, teve a fase profundamente pessoal. O que eu estava sentindo, medos, inseguranças, sonhos… marcante aqui é a época que fui para Joinville, em 2005. Mais tarde, quando afinal, eu também amadureci, é que veio a fase mais “articulista”, crítico de cinema/música/literatura/política e besteiras em geral…

Acho que, além do crescimento pessoal, dá pra notar também uma evolução, natural, no estilo. Antes, eu sentava e escrevia. Tipo pai-de-santo. Tem textos muito bons no início, mas eles melhoram com o tempo.

Hoje ainda ocorre de eu “sentar e escrever” (como no caso recente de “Um Oscar por uma fala”), mas é mais normal eu rascunhar, voltar no dia seguinte, depois no outro e aí publicar. Relendo, cortando, editando e corrigindo…

Impressão Digital 2

E além de escrever, sempre tem a segunda fase. Eu “colo” o texto aqui no editor do Worpress, e edito, coloco as imagens e monto o “visual”. Como eu sei que eu sempre acabo escrevendo muito, jogo com as imagens para tornar a leitura menos cansativa. Geralmente funciona…

É claro que, quando o “Jack Daniel´s Weird and Magic World” nasceu eu não tinha a pretensão de chegar a 9 anos (e nem a 50.200 visitantes únicos). Até então (e talvez até recentemente), ele poderia “morrer” a qualquer momento, assim como vários terminaram, foram esquecidos ou simplesmente desapareceram.

Hoje eu já acho que não. Acredito que talvez ele seja incorporado por algum outro projeto, ou ganhe (ou migre para) outras mídias.. mas acabar, desaparecer, não mais. Até porque, são quase 300 textos.. é praticamente um patrimônio literário…

É bom que se diga que nem sempre as publicações foram frequentes. Existem grandes hiatos durante os quais eu fiquei meses sem escrever, infelizmente irrecuperáveis. Contudo, também tem alguns textos que eu considero especialíssimos. Entre os quais “O Brasil e a Lei Seca” (o mais lido até hoje), “Vale a Pena Ver de Novo“, “O bom, o mau e o feio” e “Outra questão de Educação“.

Enfim, fica o registro e que comece o 10º ano. Devemos ter pela frente mais “ID2 Entrevista”, além de mais textos sobre o Pato Fu e assuntos gerais. Já tenho 2 ou 3 textos programados…

Vamo que vamo! E obrigado aos meus queridos leitores pela companhia e o apoio de sempre!

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Parabéns mulheres!

08/03/2009

Não é uma questão de ser original. Aliás, a questão aqui é exatamente ser óbvio. Há exatamente quatro anos eu escrevi (aqui) a minha definição sobre a mulher. Não sobre uma ou outra, mas sobre a mulher, este ser tão estranho, intenso, complexo e passional.

Além de aquele texto ser um dos que eu mais gosto aqui no Impressão Digital, uma nova tentativa de descrevê-las seria apenas mais uma tentativa infrutífera de tentar redefinir o que, no fim das contas, não precisa ser explicado.

Fica a minha homenagem sincera a todas as mulheres que eu conheço. Família, amigas, colegas, conhecidas.. todas!


Martinho da Vila – Mulheres

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5.. 4.. 3.. 2.. 1! Parem.. onde é que vocês pensam que vão?

10/01/2009

E lá se foi 2008…

Se houve um ano surpreendente, foi este.

Em janeiro, quando começou, eu trabalhava para uma grande empresa de comunicação, fazia pós-graduação, morava sozinho em Joinville… tava com a vida de jornalista encaminhada. Vivia o auge da expectativa com o AN.com.br…

Em fevereiro… a viagem para Florianópolis. A trabalho, uma semana maravilhosa, mas eu começava a ver que a coisa não ia ser “bem assim”.

Em março, os treinamentos do site. Muito trabalho.. muita novidade, muita informação. Começamos os testes.. a nova vida ia começar..

Abril, 9. A estréia. Que loucuuuuuuura… vida de repórter é puxada mesmo. Tão puxada, mas tão puxada… que não é pra mim. Comecei a pensar em sair do jornal, mudar de vida.. Eu tinha atingido um bom “nível” no jornalismo e não estava feliz. Recomeçar? Não…

Maio. O fim. Dia 2, fui demitido. Foi de surpresa? Foi… mas não foi tão ruim como seria esperado. Já sabia que o meu tempo no jornal estava acabando.. só achava que a iniciativa seria minha.

Junho. Porto Alegre. Foi um mês estranho.. era ótimo estar de volta, mas eu ainda estava me situando. Reencontros e um novo caminho: concursos públicos!

A partir de julho. Um looongo segundo semestre. Muito estudo, muita batalha, muito aprendizado. Até que..

Setembro.. eu consegui! Um dia, na academia, pensando na vida e em tudo o que tinha acontecido até ali… eu notei que estava MUITO feliz… em paz mesmo… Auto-confiante, satisfeito com o que eu tinha, com quem (família e amigos) eu tinha, com quem eu era e com quem eu tenho condições de ser.
É… eu finalmente encontrei o “cara” que eu tantas vezes procurei em dezenas de textos aqui mesmo no ID. Eu!

Outubro. É, mas a vida continuou… e chegaram os 30 anos. Outra loucura.. hehehe.. Meus 18 anos fazem 12.. meu segundo grau faz 15… minha formatura na faculdade já faz 5… é muito tempo, @#@!%&*%%AS@!!!!

Novembro. Foi a crise dos 30.. bom, não foi uma crise, mas foi um mês de balanços… e o saldo foi muuuuuuuuito positivo!!

Dezembro. Acabou-se o ano mais incrível de todos. Se os planos de janeiro tivessem dado certo talvez eu estivesse mais… estruturado, financeiramente, mas não sei se mais feliz, nem mesmo profissionalmente.

E lá vamos nós… 2009 bate à porta.. é hora de adubar e começar a colher o que este grande 2008 começou a produzir.

Ah, e “seu” carimbador maluco… o senhor pode vir com a gente sim!!

Pluct-plact-zummmmmmmmmmmmm!!!!

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O amigo do Carlinhos

16/12/2008

Outro dia eu estava conversando com uma amiga pelo MSN e ela, do nada, simplesmente me joga um link na tela e diz: “veja”.

Ela já tinha me enviado outros vídeos antes, e todos sempre tinham algo pra dizer… resolvi olhar…

Eu não sei se quem assistiu o vídeo agora teve a mesma impressão que eu, ou o vídeo teve o mesmo impacto. É claro que o vídeo “provoca” o engano que acaba surpreendendo. Mas e na vida, não é assim? Olhamos para uma coisa, julgamos e.. deu?

A questão nem é sair agora salvando o mundo feito um louco. Primeiro, por que é impossível e inútil tentar. Depois, por que não é só uma questão de atitude, mas uma questão de pensamento. As atitudes só mudam de verdade se, junto ou antes dela, houver uma mudança de pensamento!

Enxergar o mundo com olhos limpos é mais difícil do que parece. E isso não se refere apenas à síndrome de down…

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