Campanhas publicitárias que eternizaram
personagens, produtos e manias brasileiras
Que a publicidade brasileira é uma das melhores do mundo, ninguém mais duvida. A inteligência dos nossos publicitários é reconhecida nos quatro cantos do globo, e não é difícil lembrarmos, em poucos minutos, de muitas campanhas publicitárias que marcaram gerações de consumidores, criaram bordões que se tornaram populares e sobreviveram mesmo ao fim ou ao desaparecimento das marcas que anunciavam.
“Isso não é uma Brastemp”, inesquecível slogan criado pela Agência Talent para a campanha que durante os anos 90 ajudou a firmar uma marca de geladeiras (e mais tarde toda a linha de eletrodomésticos) acabou se tornando uma expressão popular para designar tudo aquilo que não fosse “tão bom assim”, ou que poderia ser melhor.
“Bonita camisa, Fernandinho”, campanha da US TOP exibida durante grande parte dos anos 80, além de aumentar as vendas da marca – pertencente à Alpargatas – em 30% no primeiro ano de veiculação, criou um “bordão” popular.
A expressão acabou se tornando uma forma de elogio geral, seja ao modo de vestir, ao comportamento ou mesmo a alguma atitude de alguém.
Mas existem campanhas que marcam, não pelos slogans que criam, mas por se tornarem assunto em conversas por todo o país, além de, algumas vezes, movimentar milhões de reais em “trocas” de produtos por brindes ou coisas deste tipo. Uma das mais marcantes campanhas do gênero – e cujo sucesso surpreendeu os próprios proprietários da marca – foi a dos “bichinhos Parmalat”. A peça, que na verdade se chamava “Mamíferos”, mostrava crianças vestidas como animais (leão, gambá, gato, elefante, cachorro, vaca, etc.) cantando o jingle da campanha e, obviamente, incentivando o consumo do produto.
Entretanto, o que realmente marcou a campanha foi a coleção dos “bichinhos”, que poderiam ser conseguidos levando embalagens usadas de produtos da marca a postos de troca espalhados por todo o país. Este “escambo” superou as expectativas da própria companhia, que teve que providenciar mais bonecos do que planejado. Esta campanha serviu para firmar, na época, a Parmalat no mercado nacional e na mente dos brasileiros.
Em outros casos, o personagem da campanha, talvez despretensiosamente, se torna sinônimo da marca. O “baixinho da Kaiser”, por exemplo, em quase 20 anos de campanha garantiu um espaço de 12% para a marca que anunciava sem pronunciar uma única palavra. O número é expressivo, pois, até então, o mercado era dominado pelas duas maiores marcas do país, na época pertencentes a empresas diferentes. As peças sempre o traziam em situações do cotidiano onde, ao final, a solução era brindada com um copo de cerveja.
O caso Bombril – Talvez a maior campanha publicitária da história do Brasil seja também aquela que é a mais longeva do mundo. O “Garoto Bombril”, interpretado pelo ator Carlos Moreno entre 1978 e meados dos anos 2000 marcou a publicidade brasileira não apenas pela sua longevidade, mas por seu carisma e pela diversidade que suas peças apresentaram durante estes mais de 20 anos. A campanha está presente até no livro dos Recordes, como a de maior duração de todos os tempos.
O personagem – criação dos publicitários Washington Olivetto e Francesc Petit – foi baseado nas antigas garotas-propaganda. No início da televisão brasileira, os comerciais eram sempre ao vivo (pois não existia vídeo-tape), e apresentados por atrizes que falavam diretamente às consumidoras sobre as qualidades do produto. Muitas vezes sem cenário, meio de improviso e quase sempre sem contracenar com ninguém.
Pois estas são exatamente as características básicas do “Garoto Bombril”. O cenário é uma bancada, onde ficam os produtos, e um fundo preto apenas com um grande logotipo da empresa. No meio disto, o tímido, desajeitado e sincero amigo das donas de casa. Com um tom informal, a campanha se manteve sempre atual, brincando com a realidade e travestindo o ator de personalidades como o Cidadão Kane, Che Guevara, e Bill Clinton, além de fazê-lo contracenar com outros personagens famosos da publicidade, como o dançarino Sebastian da C&A, a Galinha Azul da Maggi, o Bond Boca, da Cepacol e o Elefante da Cica.
Em 2004 o personagem apareceu, pela 2ª. vez na sua história, para anunciar seu próprio fim. Quando isto aconteceu em 1981, a fábrica da Bombril foi tomada por consumidoras indignadas, protestando contra a suposta decisão da empresa. Além disso, milhares de cartas foram enviadas e centenas de ligações foram recebidas, o que, se não foram responsáveis por uma mudança de decisão, confirmaram o sucesso da campanha e do produto. Desta vez, entretanto, parece mesmo ter chego ao fim a vida do personagem.
No texto, o ator anunciava que, a partir de agora, o Bombril e sua linha de produtos passaria a ser anunciado por representantes de outras minorias, como mulheres, negros e, até mesmo, os deficientes físicos. Na verdade, nunca mais se viu propagandas nem do garoto Bombril nem de nada relacionado à marca, salvo esporadicamente.
De qualquer forma, fica como exemplo da inteligência de nossos publicitários que, com isso, demonstram saber, até mesmo, reconhecer um momento e uma forma apropriados para acabar com um personagem.
Ou será que ele ainda volta?




E eis que a primeira fase da Copa do Mundo 2010 acabou. Em dezembro do ano passado, quando foi realizado o sorteio dos grupos e eu escrevi um texto (
Jaaaaaaabuuuuuulaaaaaaaaaaaaaaaaaaniiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii……


Ao chegar nos Estados Unidos, resolveu se informar. E, desta dúvida aparentemente trivial, nasceu “Breve história de quase tudo” (A short story of nearly everything, Companhia das Letras, 2005). Em dois anos de intensa pesquisa, Bryson decidiu explicar o óbvio, para leigos.
Albert Einstein. É claro que todo mundo já ouviu, leu ou conhece este nome. Provavelmente o maior cientista do século XX, mas certamente o mais pop.
Para Einstein, ser tão insignificante não era o importante. O importante era se saber parte deste “pequeno todo” chamado humanidade, e fazer o bem para o bem dele. Foi assim durante as Grandes Guerras, quando um pacifista Albert Einstein defendeu a desmilitarização mundial e, depois da ascenção do Nazismo, a formação de um governo de coalizão internacional para evitar conflitos. Este conceito, aliás, ajudou a criar a ONU, mas o resultado foi bem diferente do que o cientista esperava.
Primeiro: Tudo em notas de 100 dólares (US$ 100). Você já viu uma nota de 100 dólares? Eu já, até mais de uma vez. Me recordo quando fui – sozinho!! – pra Disney em 1993, tinha 12 dessas verdinhas na mão!! Nunca antes , nem depois, tive tanto dinheiro vivo assim, na mão.
Ou seja, partindo da longitude de Porto Alegre seria possível dar 238.095 voltas e dar um pulo na Europa… básico, né?
Ou seja, um trilhão de segundos serão aproximadamente 31.710 (trinta e um mil, setecentos e dez) anos. Nós vivemos 100 e não aguentamos mais.. Jesus Cristo, que é o ponto de partida para a contagem dos anos no ocidente, morreu há pouco menos de 2 mil anos, ou seja, 63.355.824 (sessenta e três mlhões, trezentos e cinquenta e cinco mil, oitocentos e vinte e quatro) segundos.
Eu acho que música é uma das formas mas fantásticas de expressão artística. Acho incrível imaginar como alguém partiu de “nada” e, de repente.. voilá.. uma música!


Bom.. mais um desafio proposto por 



