
O poeta e a cidade (V)
11/03/2009Continuando uma história contada aqui…
Um dia aquela foi a maior construção da cidade. O prédio também foi a sede da antiga “Companhia Carris de Ferro Porto-alegrense”, fundada pelo então Imperador Dom Pedro II, e responsável pelo transporte público municipal. No início, a “Carris” utilizava bondes de tração animal, depois vieram os bondes elétricos, e hoje é a centenária empresa de transporte coletivo municipal da capital gaúcha.
Dentro do Mercado, Quintana viaja no tempo, lembrando os anos 50, quando este era o local onde tudo acontecia. Depois de caminhar bastante pelos corredores, cumprimentar velhos amigos, o poeta lembra também do chalé da Praça XV, o seu lugar favorito. Sai do Mercado e vai até ali.
Ao sentar-se para o almoço, a saudade dos anos 50 lhe aperta o peito. Ele lembra do dia em que, sentado aqui, escreveu um poema para “a Alicinha”. Será que ela ainda o tem?
Quintana se perde em lembranças sentado naquele lugar tão… Quintana. Olha os ônibus e recorda o tempo dos bondes. Olha as lâmpadas, e remonta ao tempo das lamparinas. Olha os brinquedos eletrônicos à venda por ali, e lembra da pipa e das bolinhas de gude.
Quanta saudade… Mas é hora de voltar para casa… ou quase…
| Leia também |
| O poeta e a cidade (I) |
| O poeta e a cidade (II) |
| O poeta e a cidade (III) |
| O poeta e a cidade (IV) |
| O poeta e a cidade (fim) |


Oi Fábio… Tudo bem? Saudades… Que lugar lindo… será que um dia conhecerei esta terra? Preciso!… Lendo este texto me veio a mente o passado… infância… ai! que saudades… rua… descalça correndo… brincando… pipas… bolas de gude rsrs… liberdade!!! Bjs
Oiiie passando pra avisar que mudei o URL do meu blog mudou e o nome tbm!
aqui vão eles : http://porescrito-c.blogspot.com/
O nome é Por escrito!
beijos
Oiiie Fábio tudo???
Bah desculpa a ausencia mas andei afastada do blog, mas agora to voltando!
Me senti honrada por o meu nome estar ali na tua lista, muito obrigada!
Adorei o texto, gosto do Quintana,^tô com uma saudade do sul, mas especificamente do meu Rio Grande!
beijso