Posts de Julho, 2007

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As aparências se enganam

14/07/2007

Acabei de assistir o filme “O sorriso de Monalisa”, de 2004. Admito que, quando foi lançado, achava que seria mais um daqueles filmes água com açúcar com a Julia Roberts.

Um tempo depois assisti uns pedaços na TV a cabo, mas achava que, no máximo, era uma versão feminina de “Meu Mestre, Minha Vida” ou “Mr. Holland”.

Semana passada dei um pulo na locadora e, resolvi ver “qual era”.

Bom, é um filme água com açúcar, e é daqueles que um professor muda uma geração (talvez não tão nitidamente). Porém.. Monalisa é quase tão bom quanto os outros filmes citados.

Pois bem. 1953, uma professora “pra frentex” ensina história da arte para um grupo de alunas ultra-conservadoras de um colégio norte-americano para moças. Meninas que foram educadas para serem boas e obedientes donas de casa. Só que a nova professora traz conceitos duros, exige que as alunas reflitam e as deixa perguntas sem resposta.

O interessante do filme é que, além da protagonista, acompanhamos a história de 4 ou 5 das alunas, e cada uma encara, recebe, reflete e reage de uma forma diferente aos ensinamentos. Para dar exemplos, uma das alunas se esconde atrás da ilusão da família perfeita que gostaria de ter, outra decide arriscar uma carreira acadêmica contrariando conceitos da época, e uma terceira encara o preconceito sexista para buscar o que quer.

Por ser nos anos 50, o filme acaba mostrando uma sociedade em colapso. Pós-guerra, mulheres querendo mais espaço, tendo que lutar “contra” outras mulheres e, principalmente, contra os homens. Um mundo sem televisão como meio de comunicação de massa, felizmente sem drogas e, infelizmente, sem individualidade.

É na década de 50 que os costumes começam a mudar. Pouca gente nota, mas é nessa época que as pessoas começam a se vestir com personalidade, variando as peças e cores. Isso choca os mais velhos e toda um conservadorismo de então , e é esse choque de gerações que estoura nos anos 60, com o rock, os hippies e Woodstock.

Os anos 70 resultariam na ressaca multicolorida dos anos 80, hoje tão difamada. Os anos 90 passaram quase despercebidos, salvo por um culto aos 70, na música eletrônica principalmente.

E aqui estamos nós, no incontrolável século 21. Passaram-se 50 anos, mas é como se tivessem passado mil. Hoje olhamos para aquela época com um certo romantismo, como se fosse a nossa infância, enquanto sociedade moderna.

Foram pessoas como a professora Katherine Watson (Julia Roberts) que impulsionaram pequenas mudanças que culminaram na sociedade plural que temos hoje. Talvez não democrática, e certamente ainda não em justa em respeito e igualdade, mas indubitavelmente plural.

O filme vale a pena. Não é caricato, não é romântico demais, nem dramático. É a história de uma época em que as mulheres começavam uma briga sem saber bem para onde estavam indo, sabendo apenas que não queriam estar aonde estão.

A simples e inexplicável vontade de fazer da vida algo melhor do que é, não importa como, pode não ser o caminho ideal, mas é sempre um bom começo.

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Sorte na vida

13/07/2007

Pois bem, hoje é sexta-feira 13. Tá, eu sei que aquela abóbora não tem nada a ver. É de halloween (31 de outubro), mas deixa aí para lembrar da infância. Quando eu era pequeno, nas sextas-feiras 13 eu e meus amigos íamos de porta em porta em todo o edifício em que eu morava fazendo a brincadeira americana de halloween: “Gostosuras ou travessuras”. Pior que nunca tinha travessuras, era só ganhar os chocolates ou não, mesmo..

Contudo, porém, entretanto, todavia. Feitas as apresentações, vamos ao que interessa.

Como todos os anos, ou melhor, todas as vezes em que ocorre essa coincidência (geralmente entre 2 e 3 vezes por ano)  voltam à tona uma série de superstições, lendas, mitos e amuletos.

Eu não tenho amuletos. Tenho fé, mas nenhum objeto para me proteger. Também não me considero uma pessoa supersticiosa. Não acredito que determinados rituais ou formas de fazer alguma coisa tornem o dia melhor ou pior.

A vida é o que é. Em parte, conseqüência dos nossos atos, em parte conseqüência da nossa resposta aos seus caminhos e em parte puro acaso.

Para mim, viver é um eterno navegar. Você tem o leme, mas se não souber a direção, estará boiando para lugar nenhum. Se tiver direção, mas não tiver força nos braços, vai ser levado pela correnteza para lugares incertos e insabidos. Ainda assim, com direção e força suficientes, é preciso se convencer de que não existe trato com Netuno. Muitas variáveis independem completamente da nossa vontade ou da nossa intenção.

Viver é sobreviver. É ser inteligente, ser esperto, sem necessariamente ser malandro. É encarar o que vier, e fazer disso o melhor para si. É saber que momentos bons e ruins acontecem, e que os primeiros só existem por que os outros estão aí.

Eu.. como posso dizer.. me preocupo com aquele tipo de pessoa que coloca uma superstição acima da razão. Seja na vida, no futebol, no amor, no trabalho ou no dinheiro. A pessoa age de determinada forma por acreditar que isso faz diferença. Não faz, ela já quebrou a cara duzentas vezes agindo exatamente assim, mas aí procura uma razão mística para não ter dado certo, e segue agindo igual quando ela sabe que, na verdade, existe um caminho mais seguro.

A superstição exagerada também cria culpas e verdades universais completamente tolas. É como se a gente fizesse combinações com o Cosmos, mas o Cosmos não fizesse nenhuma combinação com a gente. Resultado? Frustração,  e uma busca incansável de cabelo em ovo (ou da razão de as coisas não terem saído como “combinado”).

Mas então não existe sorte? Existe, claro que existe. Só que sorte não é uma coisa necessariamente boa, mas sim, o imprevisível. Azar é um tipo de sorte, da mesma forma que, na física, frio é uma forma de calor.

A diferença é que as coisas dão certo, ou errado, como conseqüência de outros fatos. Nada cai do céu. Num sorteio, por exemplo: “ah, que sorte, ganhei”. Sorte “oscambáu”. Alguém tinha que ganhar, que bom que foi tu.

O mesmo vale para coisas ruins. Um acidente fatal. É um acidente? É… mas foi causado pelo encontro infortuito de dois corpos (um carro e uma pessoa, por exemplo) que, por mais que relutem, não podem ocupar o mesmo lugar no espaço. Aí, sinto ser duro, mas babau pro mais fraco.

Não existe destino pré-determinado. E sorte, nada mais é do que o próprio destino. A nossa vida amanhã é consequência do que fizermos até hoje. A nossa vida daqui a 3 anos é consequência do que fizermos até daqui a 2. “Simples” assim.

Alguns dizem que eu sou muito racional, mas eu me considero prático. Algumas coisas existem, outras são questão de cada um escolher como quer viver. Certas coisas só existem para quem acredita, e mais importante do que a sofísmica verdade é a paz.

Eu tenho paz assim. Encaro os momentos ruins e gosto de vencê-los. Me sinto recompensado nos bons momentos que tenho. Espero que você também tenha.

Boa sorte!!

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E por falar em Cristo….

11/07/2007

Acho que todos viram, leram, ouviram ou acompanharam a última do Bento “Chís vê í”. Segundo ele, ou um documento que ele (“o Vaticano”) lançou, a Igreja Católica Apostólica Romana (ICAR)é a “única verdadeira Igreja de Cristo”.

Lamentável.. na minha humilde opinião, simplesmente lamentável.

Voltamos à Idade Média, onde a ICAR era a dona da verdade e os outros eram hereges? Retornamos ao tempo das trevas, em que ninguém sabia ler, e a Bíblia era exclusividade do clero? Que rei sou eu?

Acho que não… Acho que continuamos no século XXI, posterior ao louco século XX e bem posterior à Revolução Francesa que, entre outras coisas, separou Igreja e Estado. O século XX, aliás, foi o que, em última análise, forçou um amadurecimento do respeito pelo próximo.

Hoje “pode tudo”. Religião, cor, time, posição política, preferência sexual, corte de cabelo, jeito de vestir… Vivemos num mundo inacreditável para quem viveu não muito tempo atrás… ou, para quem dirige um pequeno país encravado no meio de Roma.

Quando eu estava na faculdade, há poucos anos, se falava muito em ecumenismo. A união das religiões, o respeito inter-religioso. Católicos, protestantes, evangélicos, todos juntos orando a Deus sob a sua própria fé.

E cadê? O que houve com aquele lindo discurso? Morreu com o João Paulo II? O Papa não é mais Pop?

Eu não me considero mais católico, nem cristão. Já fui sim, bastante. Mas hoje acredito em Deus, em fazer o bem, em ser correto, sem intermediários nem punição ou inferno. Contudo, tenho um profundo respeito por todas as crenças.

Agora.. talvez eu esteja enganado. Talvez o Papa Pop tenha sido substituído pelo Papa Capim. Que age como um índio, que reluta em aceitar a chegada de novos tempos, e que age como se a sua tribo fosse melhor que as outras, por capacidade ou direito divino.

O único direito divino é direito à vida. E esse, todos temos. Dentro deste estão o direito a convivência mútua entre os povos, suas culturas e religiões. A Igreja, ao invés de se isolar das outras religiões cristãs, deveria estar buscando a união com as não-cristãs. Isso não é nada mais do que uma total inversão de valores que não ajuda nada nem ninguém.

O mesmo vale para outros vários “dogmas” desta mesma Igreja, os quais não vem ao caso comentar aqui. É importante registrar entretanto, que não é sendo retrógrado e reacionário que o Vaticano vai recuperar o terreno que vem perdendo pelo mundo. Quer queiram, quer não, o mundo gira, as pessoas mudam e os conceitos também. Impondo, ou tentando impor, a sua verdade sobre todas as outras, o catolicismo só vai fazer perder fiéis e espaço no cenário mundial (que, aliás, nem deveria ser o seu enfoque).

Eu seguirei com a minha fé, e aconselho todos a fazer o mesmo. Independente de religião, paz de espírito e serenidade é algo que depende muito mais de uma atitude interna do que de verdades externas.

Graças a Deus!!!

Momento cultural:
Ok, ok… Ele veio nos salvar.. mas vocês viram quem veio salvar Ele?

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O Rio de Janeiro continua lindo…

10/07/2007

Eis que o Cristo Redentor foi eleito, depois de longa votação mundial, uma das sete maravilhas do mundo moderno… mas, afinal, qual o valor disso mesmo??

O Cristo é uma bela estátua? Sim, é maravilhosa mesmo… Está num local bonito? Deslumbrante, sem dúvida. A vista do Rio de Janeiro lá de cima é uma imagem de enlouquecer qualquer um. É impossível estar lá em cima e não pensar em Deus, em paz, em vida… mesmo com a violência que se esconde no meio daquilo que se enxerga.

Agora.. uma das sete obras mais lindas do mundo? Comparável às sete maravilhas do mundo antigo? Duvidoso….

Junto com o Cristo, foram eleitos o Taj Mahal, na Índia, nada mais justo; a Muralha da China, uma complexa obra de engenharia e um marco da história oriental, além de ser a maior construção já feita pelo homem, perfeitamente correta; Petra, na Jordânia, esculturas de dezenas de metros encravadas numa montanha, lindo; as ruínas de Machu Pichu, um dos maiores sítios arqueológicos a céu aberto no planeta, certíssimo; Chichen Itzá,a pirâmide asteca, outra fantástica obra de engenharia; e o Coliseu, em Roma, que dispensa comentários.

A origem desta eleição está na lista antiga, que incluía os Jardins suspensos da Babilônia, o Colosso de Rodes, a Estátua de Zeus em Olímpia, o Templo de Ártemis em Éfeso, o Mausoléu de Halicarnasso, o Farol de Alexandria e as Pirâmides de Gizé, no Egito, únicas ainda de pé e mais antiga construção da humanidade conhecida.

Observando a lista dos eleitos deste ano – e, é claro, as do mundo antigo -, é fácil notar que são todos monumentos históricos, de longuíssimo tempo, que merecem ser reverenciados. Até o Taj Mahal, que também deve ter contado com massiva votação do bilhão de conterrâneos indianos, merece ser admirado. O único que poderia ter, digamos, questionado o seu merecimento de estar neste seleto grupo é o Cristo Redentor. A bela estátua tem parcos 70 anos e, queiram ou não, valor zero para a história da humanidade. É um belíssimo monumento, como eu já disse, mas não passa disso.

Por que ele foi eleito? Por que o Brasil, sozinho, tem mais gente, mais potenciais votantes, do que quase todos os outros países e, queiram ou não, a campanha feita (aqui e em todo o lugar) era “vote no nosso, não importa o por quê”.

Onde está a Torre Eiffel ? Apenas o Coliseu na Europa inteira? E os Estados Unidos? O Monte Rushmore, os monumentos de Washington.. até a Estátua da Liberdade, onde foi parar?

Então.. o Cristo não merecia estar entre as maravilhas do mundo moderno? Merecia, claro que merecia. O que eu questiono é a forma e o valor de uma eleição que privilegia a quantidade pela qualidade técnica e histórica dos monumentos.

O Cristo Redentor não se tornou mais bonito por ter sido eleito. Não acredito que isso vá gerar mais turismo (principalmente por que, para chegar lá em cima, o turista tem que enfrentar aeroportos brasileiros e a insegurança pública carioca). Então, sei lá.. já que a eleição foi inconsistente fica o dito pelo não dito….

Ah, mas aí ficaria difícil eleger apenas sete? Bom… disso, até o grego Antípatro, que criou a lista original sabia… você não?

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Talento para humor…

05/07/2007

Todos que me conhecem sabem que eu sou muito bem humorado… raciocínio rápido, associação e timing. Às vezes até bem humorado demais, nos momentos errados ou com as pessoas erradas.Contudo.. eu gostaria de saber colocar mais este humor aqui no blog. Já fiz bons textos sobre ironias, contos, crônicas, “liberdades literárias”… todos com um pouco de humor.. mas nenhum com o humor como mote, como idéia central. Já pensei nisso.. acho que é por que o meu humor é ágil, é na resposta, na hora. Claro que eu conheço aproximadamente um bilhão e vinte e três piadas prontas, mas mesmo assim. A graça da piada, muitas vezes está no momento em que ela é colocada.

Eu também já pensei em fazer alguma coisa com este humor. Eu tenho um amigo (eu não vou citar o nome do Luis Felipe Corullón de novo) com quem converso bastante por MSN. Quase sempre, textos esquizofrênicos. Os dois falando as merdas que vem à cabeça, com pegadinhas e trocadilhos inteligentes (na nossa opinião). Invariavelmente acaba em conversas MUITO engraçadas. Mas aí é que tá.. é sempre na hora, sobre o que está acontecendo, ou aconteceu, nunca pensado…

Gosto muito de shows de stand-up. O Diogo Portugal é um dos meus favoritos. Vou deixar aqui um vídeo dele no Faustão, do ano passado acho.

Outro muito bom, apesar de não ser stand-up, é a do Marcelo Médici no Jô. Quem não conhece, vale a pena. No vídeo, ele encena uma parte de uma peça. É muito engraçado, e mostra o talento do ator para improvisar com o público.

Tem outros vídeos muito bons dele, mas aí deixo para você procurar no You Tube.

Eu acredito na frase que diz que “rir é o melhor remédio”. Desestressa, alivia, relaxa.. Então sorria, ria, gargalhe!! E tenha um bom dia!!

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Um outro Jack Daniel…

02/07/2007

Sim, é verdade. Difícil de acreditar, mas pura verdade. Houve um Jack Daniel antes de mim… e, ao que parece, foi mais famoso até.

Hehehe… brincadeiras à parte, eu já contei aqui o porquê de eu utilizar a famosa marca de whisky como nickname na internet. O nick, aliás, já virou coleção. Tenho um pôster do JD na parede do meu quarto, aqui em Joinville, um boné (presente de aniversário de um grande amigo de tempos lá do Sul), uma caneca de cerâmica (exclusiva no mundo!!), uma lata e uma garrafa de “Jack Daniel´s Cola” (sim, cuba libre com JD. presente de uma amiga e ex-colega de trabalho catarinense, trazido da Austrália), além de uma garrafa de Whisky, é claro, e de um livro.

Sim, um livro. “Presente” da galera da editoria de Cultura do A Notícia, é simplesmente a prova cabal de que houve outro Jack Daniel´s, pois trata-se da sua biografia.

Um livro muito interessante para quem, como eu, gosta de saber como as coisas se tornaram o que são. Conta a história da família Daniel (lê-se Déniel), que veio da Irlanda para os EUA ainda no século XVIII. Iniciando na história do pai dele, seus vários irmãos, o início como “o menino destilador” auxiliar na pequena caverna de um fazendeiro vizinho no Tenessee dos anos 1860, a passando pela Guerra Civil Americana, a sobretaxa do whisky, a depressão americana do fim do século XIX até chegar à Lei Seca, já no século XX, e já depois de ter falecido o criador do Old N°7.

Ao longo do livro ele até dá noções sobre a fabricação do whisky, o que define um whisky, tipos de whisky, outras grandes marcas que também nasceram pequenas na mesma época… mas isso são curiosidades, e vamos ver algumas delas:

Estátua de Jack Daniel na Destilaria em Lynchburg, Tenessee- Jack Daniel nasceu Jasper “Jack” Newton Daniel em Lynchburg, Tenessee, em janeiro de 1849 e morreu em 9 de outubro de 1911, no mesmo lugar;

- O nome do famoso whisky, na verdade, é “Old N°7″. O criador deu nome à destilaria que fabrica o bourbon chamado “Old N° 7″. O nome vem do primeiro registro do produto. No começo, quando era vendido em barris e sem nome, foi registrado como número 7. Mais tarde, Lynchburg foi incorporado a outro distrito da Receita, e seu número mudou para 43. Quando passou a ser engarrafado, Jack Daniel batizou o seu melhor bourbon como “o velho número 7″, em referência às suas origens;

- Hoje, o Old N° 7 é classificado como “Whisky do Tenessee” (Tenesse Whiskey), mas o tipo de whisky é chamado bourbon. O nome, relativo a destilados que possuem no mínimo 51% de milho, vem do fato de ter começado a ser fabricado nos EUA no condado de Bourbon County, Kentucky. O nome do condado, por sua vez, era uma homenagem à família real francesa, então dona da região;

- A temida Ku Klux Klan é contemporânea de Jack. Também nascida no Tenessee, no início não passava de uma fraternidade universitária – até hoje tradicionais nos Estados Unidos – que pregava peças em negros. Em 1857 a Klan se tornaria o braço misterioso e violento que marcou a história norte-americana;

- A Lei Seca durou 13 anos, 11 meses e 24 dias, de 16 de janeiro de 1920 a 5 de dezenbro de 1933. Foi nessa época que surgiu o famoso Al Capone;

- Antes de morrer, Jack Daniel passou a destilaria adiante. Em 16 de abril de 1907 o criador assinou um documento passando toda a propriedade para seus sobrinhos Lem Motlow e Dick Daniel. Lem acabou comprando a parte de Dick, e tocou a empresa até morrer, nos anos 1940. Seus filhos assumiram o negócio e o venderam em 1956 para a Brown-Forman, atuais proprietários;

- Entre os grandes apreciadores do Old N° 7 estão Harry Truman, Winston Churchill, Franklin Roosevelt, Edgar Hoover (famoso agente do FBI) e William Faulkner;

- Em 1956  foi criada a “Tenessee Squires”, que funciona como uma confraria do Old N°7. da qual um dos sócios mais famosos foi o ex-presidente russo Boris Yeltsin (obs: reconhecidamente fã de whisky);

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Seguindo…

02/07/2007

Pois é galera, estou de volta oficialmente…

 A idéia é essa, textos mais informais, mais conversados. Menos “discursos”. Quero falar do que vi, do que li, do que acontece e, por que não, do que não acontece… rsrsrs…

 Como toda a mudança exige adaptação, ainda estou me familiarizando com o WordPress. Descobri coisas muito legais nele, mas ainda faltam algumas coisas (ou eu não encontrei).

Bom.. hoje adicionei links aí do lado… parecidos com o que haviam no velho ID, mas com alguns a mais e outros a menos. Mais pra frente quero falar, inclusive, sobre alguns desses links.. mas isso é assunto para outra hora.

Agora vou escrever sobre um ótimo livro que li… acompanhem e comentem!! (a propaganda é a alma do negócio).